domingo, 9 de outubro de 2011

UMBRAL E NOSSO LAR - UMA REALIDADE NÃO EXISTENTE FACE A DOUTRINA DOS ESPÍRITOS


Por Maria das Graças Cabral

Desde a publicação do livro Nosso Lar pelo espírito André Luiz, psicografado pelo médium Chico Xavier, que o inferno católico transvestiu-se em ‘umbral’, alimentado pelo imaginário dos ‘espíritas’ ainda arraigados à dogmática católica. Por outro lado, a “cidade espiritual” denominada de “Nosso Lar“, tornou-se o céu, cujo destino é almejado por todos aqueles que sonham com a felicidade quando do retorno ao plano espiritual.



Logo no início da obra em comento, nos deparamos com o ‘umbral’, por ser neste lugar de tormentos que se encontrava André Luiz em estado de profunda perturbação.



Diante de seu relato, identifica-se de pronto a incontestável semelhança com o ‘inferno’ católico, ao ser aquele descrito, como uma região tenebrosa, com seres diabólicos, e sofrimentos acerbos.



O autor espiritual assevera que é informado por Lísias (seu orientador) que a localização do ‘umbral’ começa na crosta terrestre, sendo uma zona obscura de quantos no mundo não se resolveram a atravessar as portas dos deveres sagrados” (...). (Nosso Lar, p. 79)



Esclarece o companheiro de André Luiz, que o Umbral funciona, como região destinada a esgotamento de resíduos mentais: uma espécie de zona purgatorial, onde se queima a prestações o material deteriorado das ilusões que a criatura adquiriu por atacado, menosprezando o sublime ensejo de uma existência terrena“. (...) “Concentra-se aí, tudo o que não tem finalidade para a vida superior, ressaltando que a Providência Divina agiu sabiamente, permitindo se criasse tal departamento em torno do planeta”. (grifei) (Nosso Lar, p. 79/81)



Ao ser ‘retirado’ do umbral por Clarêncio, depois de oito anos de sofrimento e loucura, relata André Luiz ter sido conduzido a uma cidade espiritual, denominada Nosso Lar. A referida cidade tinha sua organização política efetivada através de um Governador e de seus Ministros.



Reportando-se ao atual Governador da cidade, André Luiz é informado por Lísias, que o mesmo havia conseguido colocar ordem nos distúrbios e cisões que turbavam a cidade, em razão de questões que envolviam a “distribuição de alimentos” entre os Espíritos moradores de Nosso Lar.



Segundo sua narrativa, a cidade era de uma beleza impressionante, com “vastas avenidas, enfeitadas de árvores frondosas. Ar puro, atmosfera de profunda tranqüilidade espiritual”. (Nosso Lar, p. 58)



O autor espiritual não se furta em descrever as belezas de Nosso Lar, desde a arquitetura de seus prédios, seus imensos bosques e jardins com flores exóticas e fontes de águas cristalinas, a beleza das obras de arte e a elegância do mobiliário que guarneciam seus Ministérios e casas, até as melodias sublimes ouvidas por todos os moradores no final da tarde, ou quando das reuniões e preces.



Diante de tal cenário, a referida cidade tornou-se um paradigma de céu para os “espíritas“, posto que, lá chegando, além dos cuidados ministrados em seus excelentes hospitais, posteriormente tem-se a possibilidade de morar em belas e confortáveis casas, juntamente com os entes queridos, todos devidamente protegidos pelas altas e seguras muralhas defensivas desta maravilhosa cidade, que tem o sugestivo nome de ‘Nosso Lar‘.



Entretanto, na condição de espíritas, somos sabedores da necessidade de um estudo constante e sistemático das Obras Básicas, para que possamos de forma justa e lúcida avaliar as informações que nos chegam do plano espiritual, através de mensagens mediúnicas, como é o caso da obra em comento.



Para este intento, precisamos avaliar as informações recebidas tendo como paradigma as Obras Básicas, posto que estas, passaram pelo Controle Universal das Comunicações Espíritas, como bem nos esclarece Allan Kardec, o insigne Codificador da Doutrina dos Espíritos, na parte introdutória de O Evangelho Segundo o Espiritismo.



Inicialmente, faremos uma breve análise do que nos dizem os Espíritos Superiores em O Livro dos Espíritos, quando em seu Capítulo VI, trata da “Vida Espírita“. Faremos a transposição literal de algumas perguntas feitas por Kardec aos Espíritos Superiores, com suas respectivas respostas, e em seguida teceremos comentários e conclusões pertinentes ao assunto proposto.



Comecemos pela pergunta 224 do LE, quando Kardec indaga aos Espíritos Superiores, o que é a alma nos intervalos das encarnações. A reposta dada é a seguinte: - Espírito errante, que aspira a um novo destino e o espera.



Portanto, André Luiz, estava na condição de Espírito errante, aguardando uma nova encarnação segundo a resposta dos Espíritos.



Em seguida, vejamos a pergunta 227 formulada pelo Codificador: - De que maneira se instruem os Espíritos errantes; pois certamente não o fazem da mesma maneira que nós? Resposta: - Estudam o seu passado e procuram o meio de se elevarem. Vêem, observam o que se passa nos lugares que percorrem; escutam os discursos dos homens esclarecidos e os conselhos dos Espíritos mais elevados que eles, e isso lhes proporciona idéias que não possuíam”. (grifei e coloquei negrito)



Observa-se portanto, que a proposta para o Espírito na erraticidade não é o trabalho braçal de lavar chão, limpar enfermarias, etc., mas de trabalhar sua mente e esclarecer o seu ‘eu‘, objetivando uma melhor preparação intelectual e moral, para enfrentar os embates de sua próxima encarnação.



Analisemos ainda o que propõe a pergunta 230 de o LE: - O Espírito progride no estado errante? Resposta: Pode melhorar-se bastante, sempre de acordo com a sua vontade e o seu desejo; mas é na existência corpórea que ele põe em prática as novas idéias adquiridas. (grifei)



Diante do exposto, é fato que:
1º) A vida espiritual não é igual à vida material, posto que a condição consciencial e emocional do indivíduo é outra, o meio é outro, a realidade é outra, a dimensão tempo/espaço é outra, as percepções e sensações são outras.


2º) A Instrução dos Espíritos errantes não se faz da mesma maneira que a dos encarnados;


3º) O progresso efetivo do Espírito só se dá através da existência corpórea, que é quando ele põe em prática as novas idéias adquiridas no Espaço.



No entanto, no que se depreende de Nosso Lar, os Espíritos errantes vivem na espiritualidade uma vida semelhante à vida dos encarnados, posto que:
a) os Espíritos moram em casas com suas famílias;
b) trabalham e são remunerados (bônus-hora);
c) têm relacionamentos amorosos, noivado e casamento;
d) comem, bebem, tomam banho e dormem;
e) viajam de aerobus, vão a festas, cinemas, concertos e reuniões;
f) obedecem a um regime político sob as ordens de um Governador que administra a cidade através de seus Ministérios.



Ou seja, têm uma verdadeira vida social, com todas as implicações geradas pelas relações humanas que envolvem família, amigos, inimigos, trabalho e política.



Pergunta-se: - Prá que reencarnar, se o Espírito já vive todas as possibilidades oriundas da vida em sociedade, considerada por Kardec, como a “pedra de toque” para a evolução humana?!



Mas prossigamos nosso estudo agora analisando a questão 234 de O Livro dos Espíritos, que trata dos Mundos Transitórios, e Kardec faz o seguinte questionamento aos Espíritos Superiores: - Existem, como foi dito, mundos que servem de estações ou de lugares de repouso aos Espíritos errantes? Resposta: - Sim, há mundos particularmente destinados aos seres errantes, mundos que eles podem habitar temporariamente, espécie de acampamentos, de lugares em que possam repousar de erraticidades muito longas, que são sempre um pouco penosas. São posições intermediárias entre os outros mundos, graduados de acordo com a natureza dos Espíritos que podem atingi-los, e que gozam de maior ou menor bem-estar. (grifei)



E a pergunta 236 - Os mundos transitórios são, por sua natureza especial, perpetuamente destinados aos Espíritos errantes? Resposta: - Não, sua superfície é apenas temporária.



Oportuno ressaltar o desdobramento da pergunta 236, na 236-a: - São eles ao mesmo tempo habitados por seres corpóreos? Resposta: - Não, sua superfície é estéril. Os que o habitam não precisam de nada. (grifei, e coloquei negrito)



Diante de tão importantes informações, infere-se que:


1º) há possibilidade dos Espíritos errantes se acomodarem em “Mundos Transitórios”;


2º) tais mundos são de superfícies estéreis, ou seja, sem prédios, bosques, fontes etc.;


3º) o Espírito não precisa de nada disso na erraticidade.



Passemos agora à análise do item III, de o LE, que trata das Percepções, Sensações e Sofrimentos dos Espíritos. Kardec lança o seguinte questionamento na pergunta 253: - Os Espíritos experimentam as nossas necessidades e os nossos sofrimentos físicos? Resposta: - Eles o conhecem, porque os sofreram, mas não os experimentam como vós, porque são Espíritos. (grifei)



Pergunta 254: Os Espíritos sentem fadiga e necessidade de repouso? Resposta: Não podem sentir a fadiga como a entendeis, e portanto não necessitam do repouso corporal, pois não possuem órgãos em que as forças tenham de ser restauradas. Mas o Espírito repousa, no sentido de não permanecer numa atividade constante. Ele não age de maneira material, porque a sua ação é toda intelectual e o seu repouso é todo moral. Há momentos em que o seu pensamento diminui de atividade e não se dirige a um objetivo determinado; este é um verdadeiro repouso, mas não se pode compará-lo ao do corpo. A espécie de fadiga que os Espíritos podem provar está na razão da sua inferioridade, pois quanto mais se elevam, de menos repouso necessitam. (grifei)



Pergunta 255: Quando um Espírito diz que sofre, de que natureza é o seu sofrimento? Resposta: - Angústias morais, que o torturam mais dolorosamente que os sofrimentos físicos. (grifei)



Diante do exposto constatamos que:
1º) As necessidades físicas de que se queixam os Espíritos são apenas “impressões”;


2º) Os Espíritos não precisam de repouso, nem obviamente de alimento, posto que não possuem órgãos em que as forças tenham de ser restauradas, nem muito menos aparelho digestivo, sistema circulatório, nervoso ou genésico;


3º) O sofrimento do Espírito é totalmente moral, e não físico.



Para finalizar o presente estudo no que concerne à vida espiritual, ninguém melhor que Kardec, que com muita propriedade assim se expressa: “Existem, portanto, dois mundos: o corporal, composto dos Espíritos encarnados; e o espiritual, formado dos Espíritos desencarnados. Os seres do mundo corporal, devido mesmo à materialidade do seu envoltório, estão ligados à Terra ou a qualquer globo; o mundo espiritual ostenta-se por toda parte, em redor de nós como no Espaço, sem limite algum designado. Em razão mesmo da natureza fluídica do seu envoltório, os seres que o compõem, em lugar de se locomoverem penosamente sobre o solo, transpõem as distâncias com a rapidez do pensamento. A morte do corpo é a ruptura dos laços que o retinham cativos”. (Revista Espírita. Março de 1865, p. 99) (grifei)



Adiante acrescenta o Codificador: “A felicidade está na razão direta do progresso realizado, de sorte que, de dois Espíritos, um pode não ser tão feliz quanto o outro, unicamente por não possuir o mesmo adiantamento intelectual e moral, sem que por isso precisem estar, cada qual, em lugar distinto. Ainda que juntos, pode um estar em trevas, enquanto que tudo resplandece para o outro, tal como um cego e um vidente que se dão as mãos: este percebe a luz da qual aquele não recebe a mínima impressão. Sendo a felicidade dos Espíritos inerente às suas qualidades, haurem-na eles em toda parte em que se encontram, seja à superfície da Terra, no meio dos encarnados, seja no Espaço”.(Revista Espírita. Março de 1865, p. 100) (grifei)



Diante das palavras esclarecedoras de Allan Kardec, podemos asseverar da inexistência de lugares determinados no plano espiritual, destinados à purgação de penas, como o ‘umbral‘, ou lugares semelhantes às cidades materiais terrenas, com belezas naturais e construções, para abrigar Espíritos errantes aos moldes de Nosso Lar.



Como muito bem preceitua Kardec, a dor ou a felicidade é vivenciada pelos Espíritos, seja na superfície da Terra no meio dos encarnados, seja no Espaço. Como também dois Espíritos, um feliz e outro infeliz não precisam estar em regiões diferentes para vivenciarem suas realidades espirituais distintas, podendo estar lado a lado.



Vale ressaltar, que o assunto não se exaure nesta simples abordagem, mas que nos desperte a rever certos conceitos através de um estudo sério e efetivo das Obras Básicas, para que nos emancipemos da ignorância que nos aflige, e nos faz escravos das informações mais absurdas, que tomamos como verdade pelo simples fato de virem do plano espiritual através de um determinado Espírito, às vezes utilizando-se de nome respeitável, ou pela consideração devida ao médium através do qual se deu a comunicação.



Seria interessante diante das considerações propostas uma releitura da Escala Espírita - questão 100 de O Livro dos Espíritos, como também um estudo mais aprofundado dos processos de obsessão, mistificação e fascinação, brilhantemente tratados pelos Espíritos Superiores em O Livro dos Médiuns.



Finalizando, precisamos introjetar que na condição de Espíritos errantes estaremos trabalhando questões intrínsecas à nossa individualidade, no que concerne ao nosso intelecto e à nossa moralidade, posto que, como nos disseram muito significativamente os Espíritos Superiores, o repouso do Espírito é totalmente mental.



Tomemos consciência, que o retorno à verdadeira vida nos levará a conhecer a obra inenarrável do nosso Criador. Nossa casa somos nós mesmos, livres, viajando pela força do pensamento através de todo esse imenso cosmos, conhecendo mundos, assistindo a formação de galáxias, e admirando a perfeição dessa obra, que nem o maior de todos os artistas da Terra poderá reproduzir!

105 comentários:

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  2. O texto é, no mínimo, provocador. Num primeiro momento, percebe-se a seriedade de que se trata o tema. Num segundo, a necessidade de relê-lo. Continuo dizendo que você amiga, não me surpreende, porque a conheço. Mas, com certeza você está se debruçando sobre uma linha que há um certo tempo, a Doutrina Espírita necessita.

    Vamos ter mais riqueza nas nossas conversas de sábado. Um grande abraço.

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  3. Deveras me encontro extasiado com as elucidações cristalinas da autora, srª Maria das Graças Cabral, um valoroso trabalho de pesquisa o qual por ela é chamado, modestamente, de simples. O tema por demais polêmico, em face do envolvimento do espírito e do médium, foi tratado com a serenidade necessária, mas com muita ênfase. Acrescentando-se que o seu estilo de redação soa aos ouvidos como excelente música.
    Parabéns!!
    Aristeu

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  4. Pois é Maria,....Realmente, basta um estudo e análise de algumas respostas do LE que fica difícil aceitar a existência de Colônias com a estrutura de Nosso Lar.

    abç

    OLE - Cap. II – PENAS E GOZOS FUTUROS

    1011. Um lugar circunscrito no Universo está destinado às penas e aos gozos dos Espíritos, de acordo com os seus méritos?
    — Já respondemos a essa pergunta. As penas e os gozos são inerentes ao grau de perfeição do Espírito. Cada um traz em si mesmo o principio de sua própria felicidade ou infelicidade. E como eles estão por toda parte, nenhum lugar circunscrito ou fechado se destina a uns ou a outros. Quanto aos Espíritos encarnados, são mais ou menos felizes ou infelizes segundo o grau de evolução do mundo que habitam.
    Comentário de Kardec: A localização absoluta dos lugares de penas e de recompensas só existe na imaginação dos homens. Provém da sua tendência de materializar e circunscrever as coisas cuja natureza infinita não podem compreender.

    1017. Disseram alguns Espíritos habitar o quarto, o quinto céu etc.; o que entendiam por isso?
    — Vós lhes perguntais que céu habitam, porque tendes a idéia de muitos céus sobrepostos como os andares de uma casa; então eles respondem de acordo com a vossa linguagem. Mas para eles as palavras “quarto, quinto céu ” exprimem diferentes graus de purificação e por conseguinte de felicidade. É exatamente como quando se pergunta a um Espírito se ele está no inferno. Se for infeliz dirá que sim, porque para ele inferno é sinônimo de sofrimento; mas ele sabe muito bem que não se trata de uma fornalha. Um pagão vosresponderia que estava no Tártaro.
    Comentário de Kardec: Acontece o mesmo com outras expressões análogas, tais como as de cidade das flores, cidade dos eleitos, segunda ou terceira esfera etc., que não são mais do que alegorias empregadas por certos Espíritos seja como figuras, seja por ignorância da realidade das coisas e mesmo das mais simples noções científicas.
    Segundo a idéia restrita que outrora se fazia dos lugares de penas e de recompensas, e sobretudo de acordo com a opinião de que a Terra era o centro do Universo, que o céu formava uma abóbada na qual havia uma região de estrelas, colocava-se o céu no alto e o inferno em baixo. Dai as expressões: subir ao céu, estar no mais alto do céus, ser precipitado no inferno. Hoje que a Ciência demonstrou que a Terra não é mais do que um dos menores mundos entre tantos milhões de outros, e sem importância especial; que traçou a história da sua formação e descreveu a sua constituição, provando que o espaço é infinito, de maneira que não há nem alto nem baixo no Universo, faz-se necessário renunciar a colocar o céu acima das nuvens e o inferno nos lugares baixos. Quanto ao purgatório, nenhum lugar lhe havia sido marcado. Estava reservado ao Espiritismo dar sobre todas essas coisas a mais racional explicação, a mais grandiosa e ao mesmo tempo a mais consoladora para a Humanidade. Assim, podemos dizer que trazemos em nós mesmos o nosso inferno e o nosso paraíso e que encontramos o nosso purgatório em nossa encarnação, em nossas vidas corpóreas ou físicas. Sílvio.

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  5. Gina (georgina) lins30 de outubro de 2011 13:05

    Realmente esse texto nos faz cada vez mais querer nos aprofundar nas Obras básicas. Só assim teremos argumento suficientes para distinguir da ilusão de nossos pensamentos o que achamos o que é verdade, do que realmente Kardec nos quis ensinar.
    Lembro muito bem , que com a Graça, quando ela me foi facilitadora do GEM , elas nos disse que nas duvidas da doutrina , deveríamos ir as obras básicas, estudá-las, e assim teríamos as verdadeiras respostas.
    Parabéns a ela pelo blog, e por esse texto e outros maravilhosos. Nos inspira a estudar essa doutrina tão magnifica cada vez mais. Obrigada.
    Gina(georgina) Lins

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  6. Eu sou professor de História e há muito acompanho os artigos do Sr. José Carlos sobre as obras de Emmanuel. Nunca senti vontade de discutir nada a esse respeito, apesar de "Roma Antiga" ser minha linha de pesquisa há alguns anos. Não vou mudá-lo e nem a opinião das pessoas que ali se expressam. Pelo contrário! Acho que vou discutir e ser xingado. Por isso, acho perda de tempo. Digo, porém, a senhora, que , como historiador, minha opinião é inversa a dele. É muito simples puxar meia dúzia de coisas que me parecem estranhas, criticar e esquecer todo o resto (que é muito profundo e interesante diante de certos detalhes históricos que o autor jamais poderia saber). Quanto a seus artigos, eu concordo plenamente com suas preocupações referentes aos espíritas... alguns parecem dogmáticos e supersticiosos. Quanto a este artigo especifico, até certo ponto concordo. Depois, não. Acho que muita coisa sobre este livro foi mal entendida, mas não chego a criticá-lo. Acho que a principal questão (e muito interessante) é que Andre Luiz se deparou com algo infinitamente superior ao que podia entender e explicar. O cara nem se preocupava com a vida após a morte. Daí, vai para o outro lado e vê algo muito muito maior do que ele imaginava. Então, quando se passa isso via mediúnica, cria-se um certo problema. A narrativa fica do tipo: incrível, fantastico, extraordinário... Mas ao tempo tempo eu me pergunto: Tal detalhe não é uma prova da existência invisivel com todas as suas particularidades? Embasado nas obras básicas que nos permitem uma compreensão maior, não vejo choques. Há apenas um problema de "narrativa".
    Bem, minha opinião após pensar e observar certas coisas ao longo dos anos. Poderia aprofundar mais, entretanto o espaço não permite e estou com muito sono. Abços e boa noite! Até uma próxima!

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    1. tem coisas que não se pode representar, não existem aqui, então na narrativa tentam falar de algo semelhante que temos, não falam exatamente como é, mas falam da maneira que poderemos compreender

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    2. Também acho que a crítica está muito ferrenha, pouco flexível à sinonímia de termos e circunstâncias.

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    3. Correto.O que seria mundos e acampamentos para descanso? E o que seria mundos intermediários de acordo com o grau evolutivo.Tá parecendo os fundamentalistas cristãos - Já dizia Cristo,a letra mata,se não soubermos interpretá-los,claro.

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  7. Carlos, bom dia e seja bem vindo ao Blog Um olhar Espírita! Quanto a suas ponderações, à respeito dos artigos por você comentados, gostaria de fazer algumas considerações. No que concerne ao texto do Sr. José Carlos, entendo que a questão não é demovê-lo de seu entendimento, mas mostrar que existe uma outra linha de pesquisa diferente da dele, como você mesmo falou. Mas também "o nada dizer" é uma forma de resposta. Para o Direito, que é minha área de estudo, o "silêncio", significa "consentimento tácito". Por isso, quando não concordo procuro me manifestar... Mas, na realidade o que me preocupou foi "como" e "porque" os companheiros espíritas se indignaram. E este foi o objetivo do artigo "A Indignação dos Espíritas".
    Quanto ao presente texto, o que rechaço, é o que não se coaduna com as Obras Básicas, que são o paradigma de análise para qualquer literatura que se diz Espírita. Em O Livro dos Espíritos, as perguntas lançadas por Kardec à respeito da vida espírita, e lugares de sofrimentos e gozos (223 a 257, 1011 e 1011-a), gozos, têm a negativa categórica da existência de lugares determinados de gozo e sofrimento. Os Espíritos Superiores não usam de meias palavras, justamente para que não hajam outras interpretações. Por isso mesmo que Kardec, desdobra as questões, vai e volta no mesmo assunto, para que tenhamos a total compreensão do que está sendo dito pelos Mestres Espirituais. Então, como não considero as Obras Básicas ultrapassadas, e como os Mestres Espirituais negam a narrativa de André Luís, fico com os Espíritos da Codificação e Kardec, sem titubear! Além do que, usando a racionalidade e a lógica, realmente não faria sentido o processo reencarnatório, se o Espírito vivenciasse no plano Espíritual as mesmas experiências do plano físico. Pois segundo a narrativa de André Luiz, a vida em Nosso Lar, é semelhante à vida na Terra dos encarnados, como também o Umbral, não passa também de uma região sórdida, tenebrosa, com cidades e líderes cruéis, moradores escravizados, animais, etc, etc.. Além do estudo e reflexão de O Livro dos Espíritos e do uso da lógica e racionalidade, se lermos todas as Revistas Espírita, onde temos as mais diversas comunicações de Espíritos, publicadas por Kardec para nossa instrução, observa-se que não ha uma comunicação sequer em que um Espírito fale de "umbrais" como zonas delimitadas de sofrimento, ou de cidades espirituais estruturadas com casas, bosques, animais, governantes, etc. Portanto caro companheiro, como tenho as Obras Básicas como obra fundamental de estudo Espírita, ciente de que todas as questões propostas foram respondidas por Espíritos de alta evolução, sob a fiscalização e controle de O Espírito da Verdade, codificada por um intelectual humilde, dedicado e moralizado, como foi o Codificador Allan Kardec, não tenho o menor receio de rechaçar a comunicação de qualquer outro Espírito, que traga "revelações" que não coadunem com os ensinos dos Espíritos Superiores. Um Abraço, e continue participando com seus comentário, e se tornando membro do Blog Um olhar Espírita.

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    1. O problema torna-se complexo pelo demasiado apego que o movimento espírita tem pelo Chico e pelo Divaldo,mas estudando bem a codificação fica fácil separar o joio do trigo.O movimento espírita precisa compreender que Kardec não está ultrapassado,ele não está sendo compreendido.

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    2. Gostaria de mostrar outro lado da interpretação da Codificação. Ao juntarmos as passagens:

      "(...)Vêem, observam o que se passa nos lugares que percorrem; escutam os discursos dos homens esclarecidos e os conselhos dos Espíritos mais elevados que eles(...)"

      "Sim, há mundos particularmente destinados aos seres errantes(...)";
      "São posições intermediárias entre os outros mundos, graduados de acordo com a natureza dos Espíritos que podem atingi-los(...)".

      Não podemos inferir que colônias como Nosso Lar são estes mundos temporários onde os espíritos possam se organizar socialmente e a partir daí refletir sobre suas experiências, se consultar com espíritos superiores, enfim, se preparar para a próxima reencarnação?

      Apesar de existir a passagem dizendo que não há lugares determinados de gozo e sofrimento, há a passagem se referindo a mundos que os espíritos possam atingir, dependendo de seu grau evolutivo. Ora, se tomarmos como exemplo um espírito de baixíssimo grau evolutivo, não estaria ele destinado a vagar por mundos transitórios parecidos com o "Umbral" do livro?

      Obrigado pelo post e por fazermos sempre evoluir a partir das reflexões sobre as Obras que temos à nossa disposição!

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  8. Cara Graça, me permite discorrer sobre um ponto,na vossa analise, concordo que não existem lugares determinados no mundo espiritual, mas pelo o que entendo de doutrina espirita, não podemos nem tanto ao mar nem tanto a terra,os espiritos se agrupam no mundo espiritual(lei de afinidades)e formam de uma maneira as suas sociedades, darei um exemplo dentro da própria codificação,está no ceu e o inferno no itém suicidas/Félicien uma pequena nota do próprio Kardec;Apesar de o Espírito nos declarar que se acha numa sociedade
    assaz promíscua e, por conseguinte, de Espíritos inferiores,
    surpreendeu-nos a sua linguagem, dado o gênero de morte, ao
    qual, aliás, não faz qualquer referência. A não ser isso, tudo mais
    refletiu seu caráter.
    tem também o Espirito São Luis que faz referência a viveiros da vida eterna aonde eles se preparam para a proxima reencarnação, uns mais a frente e outros mais atrás na caminhada. com isso não quero justificar os absurdos que encontramos em andré Luis, mas na minha opinião a doutrina é um todo, incluindo ai "o que é o espiritismo" e a "revista espirita"
    continue com as suas análises e um grande abraço

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    1. Gostei muito do seu comentário, e aliás concordo plenamente com o que vc disse. Acredito sim que os espiritos se agrupam e se organizam de acordo com suas necessidades. E acho também que os espiritos não tem as mesmas necessidades que nós encarnados, mas neste caso são os espiritos evoluidos. E o simples fato de vivermos na carne por alguns anos, nos condiciona certos comportamantos e hábitos, tantos morais, como fisícos, que certamente levaremos para a nossa vida espiritual, como a alimentaçao, o descsnso... Mas não como "reais" necessidades, e sim como condicionamentos, que com o tempo vamos conseguindo nos libertar. A não necessidade creio eu que se dá aos espiritos esclarecidos e evoluidos, que infelizmente ainda não nos enquadramos.

      Abraços.

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    2. Caro (a) leitor (a) seja bom vindo (a) ao Blog Um Olhar Espírita.

      Os Espíritos Superiores realmente afirmam que o Espírito terá apenas "impressões" ou como o (a) sr (a) falou muito bem "condicionamentos" de cansaço, fome, sede, etc.

      Entretanto, isso não significa que ele irá tomar sopa, comer maçã, beber água, etc., pois o perispírito não terá os sistemas orgânicos do corpo material...

      E como se resolverá? Através do esclarecimento, da tomada de conciência da realidade espiritual.

      Continue participando do Blog com suas valiosas considerações.

      Abraço.

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    3. Prezados,

      Em primeiro lugar, Parabéns à autora pela "Coragem da Fé", vide OESE cap. 24 itens 13 à 16, que a moveu a desenvolver e defender com CONVICÇÃO este artigo.

      Segundo, aos que pretendem se esclarecer sobre a alimentação na erraticidade, leiam REVISTA ESPÍRITA - JUNHO DE 1868 - A Morte do Sr. Bizet, Cura de Sétif - A FOME ENTRE OS ESPÍRITOS, acredito que seja bastante, mas se quiserem podem idealizar os "caldos reconfortantes", "sucos de frutas industrializados" e para os mais chegados aos churrascos, bastará comprar as "carnes contrabandeadas".

      Nós poderemos encontrar o que procuramos/idealizamos/IMAGINAMOS, mas não vamos conseguir SACIAR O INSACIÁVEL. Pensem nisso!

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  9. Parabens pelo blog e pelos estudos de grande valia !!! Costumo ler e me interar sobre assuntos que me chamam a atenção fazendo meu próprio filtro, e para isso, uso conceitos e ensinamentos que adquiri em todas as etapas de estudo, das quais jamais devemos nos esquecer. Cito estudo no sentido academico mesmo, sendo os conceitos basicos que me refiro, aos adquiridos no hoje chamado ensino fundamental. Introduzo meu comentario desta forma apenas para frizar que muitas das metodologias adquiridas nas fases maduras de esudo acabam por se sobrepor aos conceitos do basicos que muitas vezes são essenciais para que façamos nossas próprias conclusões.

    Acho essencial a base contida nas obras de kardec para iniciação na doutrina espirita, porém, nõ se pode esquecer que se trata de uma obra escrita nno século XIX, traduzida e retraduzida no decorrer destes anos, e que o próprio entrevistador dos espiritos, por mais evoluido que estivesse à sua época, foi doutrinado sob conceitos completamente diferentes dos existentes quando escritas muitas das obras atuais, inclusive, a que se encontra em comento neste texto.

    Contando que o conceito de tempo que possuimos é completamente diferente do que se passa no mundo espiritual, temos que a evolução de lá se dá de maneira muito mais rápida do que a de cá, portanto, da entreviista de kardec aos espiritos que vem bem descrita em sua obra, muita coisa fora de nossos conceitos pode ter acontecido no plano espiritual, com a permissão de nosso senhor Deus.

    O que quero dizer é que quem assegura que as respostas dadas a kardec àquela época seriam as mesmas dadas nos dias atuais? São misterios que devemos levar em consideração e que fizeram muitos espiritas a trocarem o estudo da Biblia Sagrada pelo dos livros essencias da doutriina espirita como chave para resposta de tudo que se passa no mundo espiritual.

    também sou profissional do direito e posso afirmar que o silencio não pode ser considerado como confissão tácita, pois se assim fosse, não seria uma garantia constitucional. em tempos passados, diante de julgadores doutrinados por conceitos antigos poderiamos afirmar isso, mas atualmente não.

    também posso afirmar por ser profissional do direito que tudo que se tenta codificar pelo homem acaba por perder a validade muito rapidamente diante da constante evolução da sociedade. Está ai a exemplo a evolução cibernetica que vem surpreendento a cada dia as relações privadas e publicas sem qualquer tipo de previsão para que sejam tuteladas em nossos conceitos morais de certo e errado.

    mas digo que aqueles conselhos ditos pelos sábios, aqueles velhos ditados expressados por aqueles que sem estudo nem metodologia alguma, perduram até a atualidade com total certeza, pois partiram de uma conclusão adquirida por suas próprias experiencias.

    Portanto defendo todas as obras que relatam experiencias como a de André Luis, pois é assim que se estuda história. não que tudo que se le ou que se escuta deve ser tido como verdade absoluta, pois como foi dito alhures, temos nosso próprio filtro, mas a possibilidade de que consigamos alguma verdade ali é maior, isso é.

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    1. Caro José, obrigada por ser um leitor do Blog Um Olhar Espírita.

      No que concerne às suas considerações, logicamente que respeito por estarem de acordo com o seu entendimento.

      Entretanto, considero as Obras Fundamentais da Doutrina dos Espíritos como o repositório dos fundamentos inabaláveis dos princípios espíritas. Portanto, o paradigma para qualquer obra que se diga Espírita, serão feitas sob a égide das referidas obras. Até porque, vale lembrar que foram ditadas não por André Luiz ou Emmanuel, mas pela falenge de Espíritos de alta evolução que participaram da codificação, passadas TODAS pelo crivo do Espírito da Verdade que a tudo comandou. Entretanto, caso se entenda que os princípios doutrinários espíritas estão à mercê de mudanças constantes, aí sim sua tese tem fundamento. Posto que, perde-se o sentido do estudo das obras fundamentais, bastando André Luiz, Emmanuel, Joana de Ângelis, Luis Sérgio, ou qualquer outro espírito que traga "novidades", em detrimento do que foi codificado sob a supervisão do Espírito da Verdade.

      Daí, descarta-se Kardec.e atribui-se uma outra denominação para a nova corrente espiritualista.

      Bem, quanto a utilização do 'silêncio' como resposta, utilizei analogicamente a figura para dizer, que até mesmo o silêncio poderia signicar uma concordância, não obviamente querendo desenvolver ou aprofundar entendimentos jurídicos, como o companheiro com muita propriedade expôs em seus comentários que buscam contestar o texto.

      Portanto, o Blog Um Olhar Espírita estará sempre pautado nos princípios estabelecidos nas Obras Fundamentais da Doutrina dos Espíritos codificadas pelo grande Mestre Allan Kardec. E qualquer obra que não se adeque aos princípios espíritas considero "espiritualista", mas nunca uma obra espírita.

      Para finalizar, transcrevo um trecho de J. Herculano Pires o qual considero de grande valia para o movimento espírita: "- Ninguém tem condições intelectuais e espirituais para superar Kardec - simplesmente pelo fato de que Kardec não é um autor isolado, um solitário do pensamento, mas o Codificador, assessorado na Terra pelos companheiros de missão e assistido do além pelos espíritos do Senhor. A obra que nos deixou não é dele, como ele mesmo sempre afirmou, mas dos seus mestres espirituais. A Doutrina que nos legou não é o kardecismo, mas o espiritismo, ou seja, a Doutrina dos Espíritos."

      Abraço.

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    2. Cara Graça, agradeço imensamente pela resposta e pelos preciosos ensinamentos. Realmente você está de parabens não apenas pelo seu blog mas pelo tempo que dispende em compartilhar suas conclusões e lições.

      Espero não ter causado uma má impressão pela forma que me expressei quando tentei expor meu ponto de vista numa retorica talvez não tão adequada para a ocasião, e que possa continuar sendo um leitor e admirador de seu blog.

      Grande abraço.

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    3. Prezados,

      Muitas pessoas imaginam que o Espiritismo esteja desatualizado/ultrapassado por ter sido codificado no século XIX e nós devemos respeitá-los, pois são pessoas que ainda não têm o SENSO CRÍTICO e a lógica desenvolvidos, MAIS AINDA se não forem espíritas. Agora é um absurdo o que foi feito pelo Bezerra de Meneses sob o pseudônimo "Max" ao dizer:

      "
      ...
      Allan Kardec, espírito preposto por Jesus para reunir, em um corpo de doutrinas, ensinos confiados, pelo mesmo Jesus, ao Espírito da Verdade, constituído por uma legião de Altíssimos Espíritos, só apanhou o que estes deram – e estes só deram o que era compatível com a compreensão atual do homem terreal.

      Mas o homem, como já foi dito, não cessa de desenvolver a sua faculdade compreensiva e, pois, os principais fundamentos da revelação espírita, compreendidos nas obras fundamentais de Allan Kardec, tendem constantemente a se alargar e extensão e compreensão, como ele mesmo veio alargar os princípios fundamentais do ensino ou revelação messiânica – e que como este veio alargar os da revelação moisaica.

      A Allan Kardec sobrevivem outros missionários da verdade eterna, que, sem destruir a obra feita, porque esta é firmada na lei e a lei é imutável, darão mais luz, para mais largo conhecimento das faces mais obscuras daquela verdade.

      Eis aí que já apareceu Roustaing, o mais moderno missionário da lei, que em muitos pontos vai além de Allan Kardec, porque é inspirado como este, mas teve por missão dizer o que este não podia, em razão do atraso da Humanidade.

      Não divergem no que é essencial, mas sim nos modos de compreender a verdade, porque esta, sendo absoluta, aparece-nos sob mil fases relativas – relativas ao nosso grau de adiantamento intelectual e moral, que um não pode dispensar o outro, como as asas de um pássaro não se podem dispensar, para o fim de ele elevar-se às alturas.

      Roustaing confirma o que ensina Allan Kardec, porém adianta mais do que este, pela razão que já foi exposta acima.
      "(retirado do site http://www.grupodosoito.com.br/subpaginas/bezzerraante.htm [para ler o texto na íntegra acesse o endereço relacionado),

      Interessante que Kardec e Roustaing eram contemporâneos e que "Os Quatro Evangelhos" de Roustaing foram concluídos, editados e enviados à Kardec em 1866 e como é sabido, a Codificação ainda não havia sido terminada. Após isso foi editada 'A Gênese" em 1868 e a Revista Espírita continuou sob a responsabilidade de Kardec até o desencarne do Mestre lionês.

      Diante disso me surge o seguinte questionamento: Se eu que sou ignorante e não sou um espírito superior como já o era Bezerra de Menezes(à época)ainda encarnado, segundo a FEB. É certo que Bezerra também sabia disso e se ele sabia, qual terá sido o motivo de dizer: "Eis aí que já apareceu Roustaing, o mais moderno missionário da lei, que em muitos pontos vai além de Allan Kardec, porque é inspirado como este, mas teve por missão dizer o que este não podia, em razão do atraso da Humanidade.", onde está a lógica nestas palavras de Bezerra de Menezes?

      Falácias e Falácias que acabaram se transformando nos Sofismas que consomem o movimento espírita.

      Precisamos verdadeiramente de estudar o Espiritismo e não há lugar mais seguro do que nas OBRAS FUNDAMENTAIS da Codificação.

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  10. Gostaria de saber se a senhora conhece ou leu o livro de Urântia que com o pouco que li desse livro tive conclusões mais esclarecidas como a do verdadeiro paraíso que é porta de entrada para os verdadeiros seres perfeitos, Gostei das suas conclusões.

    chamo-a de senhora pois tenho somente 15 anos mas se não agrada, perdão.

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    1. Oi Igor! Seja bem vindo ao Blog Um Olhar Espírita. Quanto ao livro Urânia, nunca ouvi falar sobre. Quanto ao paraíso, de acordo com a Doutrina dos Espíritos, não existe um lugar determinado para a felicidade ou a dor. Muito importante, que vc tão jovem já se dedique à boas leituras, portanto, lhe sugiro que leia primeiramente O Livro dos Espíritos de Allan Kardec, aliás, não será suficiente uma breve leitura, pois é um livro de estudo e reflexão. Portanto, caso você se interesse por uma melhor compreensão sobre a vida no plano físico e espiritual, é esta a obra mais indicada. Abraço.

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    2. Prezados,

      O Livro de Urântia é um livro místico espiritualista de origem americana e sem autor definido; e o livro Urânia é um livro escrito por Camille Flammarion. Estes livros não são espíritas, nem mesmo o de Flamarrion que se dizia espírita e que ajudou Kardec em A Gênese.

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  11. Idolatrar a Chico Xavier ou a Kardec não me parece muito diferente, prefiro então idolatrar a minha esposa. A Divindade é a única passível realmente de adoração. Kardec ao codificar a Doutrina Espírita o fez através de toda uma metodologia, talvez uma verdadeira epistemologia. Sendo que para aplicarmos essa metodologia hoje, teríamos abrir nossas mentes para além dos ismos e idolatrias, para além de preconceitos sobre autores e livros, ideologias ou mesmo religiões. O discurso, por exemplo, dos espíritos sobre o perispírito me parece um tanto indefinido, e não os vejo como capazes de corroborar ou refutar o que escreveu André Luiz. O mundo espiritual descrito lá também me parece meio estéril, sem vida ou criatividade, algo mais parecido com o planeta Marte ou a Lua. Talvez por isso o livro Nosso Lar tenha tanto sucesso. Para conhecer mais sobre esse ponto talvez seja necessário mais investigações, utilizando estudos inclusive sobre regressão de memória ao período entre as encarnações... Mas não acredito que a senhora venha a concordar com isso, afinal de contas a codificação é que define a verdade no Espiritismo.

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  12. Há tempos venho me perguntando sobre esses assuntos. Para mim, é de suma importância, pois várias vezes, me lembro dos meus desdobramentos. Concordo que umbral não é inferno, nem as colônias são o céu, mas mesmo assim, acho que não devemos fechar a cabeça para novas informações. Kardec mesmo disse, a doutrina jamais estaria pronta... acho que daqui a mil anos, ainda estaremos recebendo novos dados sobre o assunto. Claro, se guiar pelas obras da codificação é algo que dispensa qualquer comentário, é de extrema importância. Só que é um tanto estranho negar a existência desses locais... talvez as colônias realmente não são como André Luiz nos disse, como um amigo ali em cima disse, ele nem acreditava em vida após a morte, e depois de tudo que passou, deve ter ficado simplesmente deslumbrado com tudo o que viu, provavelmente, sem palavras...Mas como explicar, que milhares de médiuns que como eu, se lembram dos seus desdobramento, vêem coisas um tanto semelhantes? Eu com certeza sei a diferença entre um simples sonho, e as coisas reais que vejo. São alguns anos vivenciando esse tipo de coisa. Não digo que podem ser o Umbral, ou colônias, mas são um pouco semelhantes. Com certeza, jamais vi prédios altos, o tal "aerobus", e pessoas trabalhando, mas vi uma natureza simples, mas bonita. Isso afirmo com certeza. Agora, ao tal lugar que chamamos de "umbral", já fui também algumas vezes, e o local não é virado em chamas infernais, mas também não é algo lindo de se ver. O que dizer disso? Vamos agora, dizer que centenas, ou milhares de pessoas estão erradas, ou vivendo uma histeria coletiva? Dúvido muito. Vale lembrar que na codificação em si, existem respostas dadas de forma muita vaga... como se naquele momento, isso talvez não fosse o mais importante. De qualquer maneira, vale muito a pena se informar, e seu texto faz isso de uma maneira muito esclarecedora.

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    1. Minha mãe, senhora católica que até tem receio (medo mesmo ) de ouvir falar sobre Espiritismo, e afins; certo dia teve uma experiencia EQM, (1991) a qual ela tem medo de falar. Disse muito brava, tempos depois de quando a socorri de uma parada cardíaca, que ela queria ficar onde estava, porque era muito lindo e com um campo de flores amarelas :-)

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  13. Na minha humilde opinião, as aparentes contradições entre Kardec e as novas obras, se explicam pela "evolução".
    Evoluir é inerente à própria existência de todos seres do universo. Evoluir é o objetivo!
    Penso que a existência na espiritualidade não é exatamente como o era há 200 anos. Assim como na vida encarnada, a existência na espiritualidade evoluiu, e evolui a cada instante. abraço aos irmãos.
    Leonardo.

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  14. É importante salientar que na espiritualidade há uma atração por simpatia, e a autora esquece este pequeno detalhe ao fazer a pergunta: "por que reencarnar"?
    As verdadeiras provas estão no mundo material, na convivência com nossos desafetos, exercitando a capacidade de perdão, tolerância, paciência, e finalmente Amor.

    - Assim como o períspirito é imaterial para nós, encarnados, é matéria, e até grosseira para os espíritos. E é nele, no períspirito que levamos nossas imperfeições morais, danos que causam dores, sim. Por que não poderia haver enfermeiros espirituais? Os atendimentos nas mesas mediúnicas também seriam uma farsa? Não levo a obra ao pé da letra, mas confundir o que os espíritos superiores responderam à Kardec em uma época em que era necessário "provar" a imortalidade da alma, também é uma grande incoerência. As verdades serão ditas conforme a capacidade de entendimento. Ou iremos transformar As Obras Básicas em uma Bíblia sagrada? A principal mensagem do filme/livro, não foi mencionada aqui: Viver bem, fazer caridade, amar ao próximo mais próximo (família), e cuidar para não deixar o materialismo, o imediatismo nortear noaas escolhas.

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    1. Muito bem dito, Lá é transitório, é uma fase do ciclo da vida. Porque Reencarnar? Porque é na carne, com "os olhos vendados" que está a verdadeira luta e o merecimento.

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    2. Quando "sonho"com pessoas que estão do outro lado, vejo árvores, jardim e os corpos são os mesmos, só que têm luz própria.As Obras do André Luiz só vêm enriquecer o que Kardec codificou!!!

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  15. EU ACHO QUE ESTAS DISCURSÕES NESTE MOMENTO VEM EM DETRIMENTO
    DO ESPIRITISMO,VEJO QUE MUITAS PESSOAS ESTÃO USANDO DESTA
    ESTRATEGIA PARA OBTER NOTORIEDADE,EU POR EXEMPLO NÃO FIQUEI
    ABALADO POIS SEMPRE PROCURO ESTUDAR MAS IMAGINE QUANDAS
    OUTRAS LEIGAS QUE PAROU DE ACREDITAR NO ESPITITISMO POR
    CAUSA DESSES TEXTOS, EU ACHO QUE AINDA NÃO E A HORA DESSAS
    DISCURSÕES POIS NÃO ESTAMOS PREPARADOS,
    PORTANTO PAREMOS DE AGIR COMO INIMIGOS DO ESPIRITISMO,POIS JA TEMOS MUITOS INIMIGOS LA FORA
    EU ESPERO QUE NÃO RETIREM MEUS COMENTARIOS POR SEREM CONTRA
    O QUE ESTA ESCRITO NESTE BLOG
    MEU NOME E VICENTE DE PAULO EMAIL SCANTR@ITELEFONICA.COM.BR

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  16. Se eu tivesse que ser sincero, como espírita, para opinar se existe Nosso Lar ou qual a verdade em relação ao tema, não saberia como.

    Vou listar algumas considerações que me levam a esta incerteza:

    - Inácio Ferreira em seus livros comenta que toma sucos, vai ao banheiro, escreve e responde cartas (o correio deve ser o Carlos Bacelli).

    - Inácio Ferreira escreveu que Chico já disse que André Luis descreveu pouco sobre o mundo espiritual e que muito sobre este terá que ser dito.

    - A característica maior do mundo astral é ser plástico e moldável aos nossos sentimentos e emoções. Daí, se pensarmos em vida que vamos encontrar um lugar especial como o umbral/inferno ao desencarnarmos, este lugar estará ao alcance de nossa vibração. André Luis comenta que Nosso Lar é uma criação mental dos primeiros habitantes do Brasil. ???

    - O mundo físico difere do astral por conta dos cinco sentidos. No mundo físico os utilizamos para materializar os nossos pensamentos. Como podemos materializar algo no mundo astral se lá tudo seria só mental ? Mas o início do mundo vibracional astral não interfere com o mundo físico ? Inácio Ferreira vive neste intervalo físico-astral, onde poderia ser aceito esta dualidade / Nosso Lar estaria neste intervalo também ?

    O Evangelho de Kardec é todo pautado em ensinamentos bíblicos e comentados por santos católicos que desencarnados continuam católicos e ensinam e promulgam ideias católicas. Neste aspecto a codificação de Kardec não pode ser considerada não neutra ?

    No esoterismo (de Blavatsky) vários pontos importantes divergem dos ensinos espíritas; a palavra Deus foi introduzida por São Jerônimo no ano 390 DC. Até então existiam divindades como Jesus, Crisna, Buda, Moisés e outros avatares, um Deus único foi imposição da Igreja e aceita por Kardec? Foi por isso que Chico se referiu que muito ainda temos que aprender do mundo espiritual ? Já pensou Kardec levantar esta dúvida naquela época? O esoterismo prega um irmão gêmeo de Jesus e tantas outras considerações que nos levam a crer que toda a história religiosa do mundo deve ser revista e analisada através da razão e da ciência, como a autora do post fez.

    Chico e Divaldo Franco, com todos os seus guias a lhes orientarem teriam capacidade de escrever "inverdades"? Difícil de acreditar. Mas talvez, por conta de não estarmos evolutivamente preparados, não disseram toda a verdade, assim como Kardec à época.

    Poderia ficar listando outras mil dúvidas, mas o fato é que se continuarmos a olhar o espiritismo com a visão católica de que só rezar e desejar ao próximo o bem querer basta, aceitaremos qualquer ensinamento como verdade e nada discutiremos com medo de sermos ridicularizados entre os mortais e medo de ser punido e ir para o inferno e não para Nosso Lar.





















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  17. Fiz um comentário, hoje 5/10/13, Aguardar aprovação !
    Mais de duas horas depois não está publicado. Perdeu-se ?
    MRE

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  18. Acho que as pessoas não conseguem aceitar a existência apenas uma vez na matéria física e ficam inventando mundos de faz de conta no espaço. Toda a atividade mediúnica e qualquer atividade extra-sensorial provém exclusivamente do cérebro, portanto tudo não passa de delírios. Na história da humanidade notamos a existência de religião após religião, mudança após mudança e as promessas são sempre as mesmas, vida próspera após a morte, mas a única verdade é que nada disso existe.

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  19. Meu nome é Socorro Borba e sempre procurei nas obras da codificação e não encontrei referência a nenhuma colônia espiritual. Continuo sempre estudando as obras porque quanto mais estudamos mais precisamos. Concordo com o autor excelente reflexão bem fundamentada no Livro dos Espíritos.

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  20. O SER HUMANO É ENGRAÇADO ! SE APEGA SEMPRE AS PALAVRAS QUE ESCRAVIZAM, E NÃO, AS PALAVRAS QUE LIBERTAM. AS COLONIAS FORAM CRIADAS ASSIM COMO OS UMBRAIS A PARTIR DE EMANAÇÕES MENTAIS DOS HUMANOS VIVOS E DESENCARNADOS. O PRIMEIRO DE EMANAÇÕES POSITIVAS DE AJUDA E LIBERTAÇÃO, O SEGUNDO DE EMANAÇÕES DESEQUILIBRANTES E ESCRAVISTAS. COM A PERMISSÃO DO MAIS ALTO, AS COLONIAS ESTÃO AI PARA ABRIGAR AQUELES QUE TEM CONDIÇÕES PARA TAL, PESSOAS QUE JA NÃO ESTÃO NA TERRA E QUE MANTEM VIVO AS IMPRESSÕES DA VIDA CORPÓREA. A VIDA CONTINUA EM TODOS OS SENTIDOS. ACREDITAR NO VAZIO, NO NADA, NO ESTÉRIL VACANCIS... É ACREDIAR EM UM DEUS VAZIO E LIMITADO, POIS DA UM AR TOTALMENTE CINZA AO POS VIDA. A VIDA CONTINUA, CHEIA DE INTENCIDADE DO LADO DE LÁ. EU MESMO TIVE A OPORTUNIDADE DE RECEBER UMA MENSAGEM MEDIUNICA DE MINHA QUERIDA E FINADA AVÓ NO QUAL RECEBI COM CERTO DESCONFIO, MAS QUE NAS LINHAS FINAIS ME DEU PROVAS DE SER ELA DEVIDO UM CARINHOSO NOME QUE ELA ME CHAMAVA, MINHA AVÓ DESCREVEU RAPIDAMENTE SUA VIDA DE TRABALHOS, ESTUDOS E MEDITAÇÕES EM UMA COLONIA ACIMA DO BRASIL.
    PORTANTO EU PREFIRO ENTÃO AGUARDAR NOVA OPORTUNIDADE DE VOLTAR A TERRA EM UM LUGAR COMO UM COLONIA, E NÃO UM LUGAR ESTÉRIL, UM NADA, UM VAZIO.
    A CODIFICAÇÃO FOI ESCRITA A MUITO TEMPO E DE FORMA BASICA E ESCLARECEDORA NOS MOLDES DO MENTAL HUMANO NA OCASIÃO.

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  21. Todos os livros que leio sobre Espiritismos e Romances são de pessoas que foram embora e viram como era do outro lado e em todos existem Colônias. Será que o que li não me valeu de nada acreditar?? Não dizem que tudo evolui?? Não podem evoluir também o lado astral?? Muitas críticas não adiantam, quando tenho desdobramentos sempre estou em lugares com ''conteúdo" como cidades, paisagens. Até nos lugares obscuros estão cheios de almas desregradas porém com construções reais. Não sei o que pensar já que é a primeira vez que me deparo com isso. Devem ser aqueles Kardecistas que não tem somente o amor e a caridade nos corações. Já ouvi falar também que são moralistas e preconceituosos. Fica a dica para todos prestarem mais atenção no que fazem...

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  22. Me mostrem alguma literatura espirita de outros países que tenham coincidência com o Nosso Lar...

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    1. Icquerido, concordo com vc. No entanto farei um adendo: existe uma literatura, não brasileira, anterior a Nosso Lar que faz referência ao mundo espiritual nos moldes de Nosso Lar, trata-se de "Vida Além do Véu" do Reverendo George Vale Owen, que foi um sacerdote anglicano que depois de ter recebido mensagens filosóficas de um espírito que se identificava como "Astriel", teria se convertido ao espiritismo. As obras foram prefaciadas por Arthur Conan Doyle. aqui vale lembrar que Arthur Conan Doyle, não era espírita, na acepção da palavra. Era espiritualista. A obra, inclusive, foi publicada pela FEB com o nome de A VIDA ALÉM DO VÉU, que deu a ela a chancela de obra espírita, sem fazer nenhuma restrição doutrinária. Segundo alguns críticos( entenda-se críticos com o pessoas que estudam um assunto e dão o seu parecer), Nosso Lar e alguns livros de André Luiz teria tido como fonte de consulta estes livros. Uma pesquisa sobre esse assunto pode ser vista em http://obraspsicografadas.org/2012/srie-nosso-lar-de-chico-xavier-cpia-de-a-vida-alm-do-vu-do-rev-george-vale-owen/. No mais Vale o estudo e respeito às diferentes opiniões. Particularmente, ainda fico com Kardec e sua obra. Abraços a todos.

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  23. As necessidades físicas de que se queixam os Espíritos são apenas “impressões”
    Impressões estas,acredito,ainda contidas no perispirito; o mesmo tambem não pode ser impressionado a saciar a fome?

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  24. NÓS QUE PARTICIPAMOS DE REUNIÕES MEDIÚNICAS PARA O ATENDIMENTO DE IRMÃOS DESENCARNADOS EM SOFRIMENTO E NECESSITANDO DE ESCLARECIMENTOS, SABEMOS QUE NÃO É BEM ASSIM COMO A AUTORA DEFENDE EM SEU TEXTO. BELA PEÇA TEÓRICA, MAS A REALIDADE É BEM DIFERENTE. NEM TODOS OS ESPÍRITOS PODEM SAIR POR AÍ VISITANDO OUTROS MUNDOS E OBSERVAR A FORMAÇÃO DE NOVAS GALÁXIAS! DEPENDE DE SEU GRAU DE DEPURAÇÃO ESPIRITUAL E NÓS QUE AINDA ESTAMOS NO INÍCIO DA ESCALA, TEMOS QUE FICAR PELAS COLÔNIAS MESMO! NÃO HÁ COMO IR ALÉM!

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  25. A principio, uma pergunta: Já que a Srª. grifou e colocou em negrito, porque não salientou a subdivisão da pergunta o item b ?. Vou cita-lo : É permanente essa esterilidade e decorre da natureza especial que apresentam? Resp. NÃO, : São estéreis transitoriamente

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  26. No site “Luzes do Bem”, de autor espírita, há fortes objeções ao seu artigo, no qual o comentarista diz ter achado diversas falácias. Caso não o conheça creio interessante conferir. Tive a impressão, em primeira leitura, de que a tese defendida é a de que Chico falou melhor e mais esclarecedoramente que Kardec. De minha parte, acho que ambos se equivocaram, principalmente pelo fato de que ninguém vivo conferiu a realidade espiritual de fato, para dela poder prestar informações consistentes. O que temos são lucubrações humanas, destinadas a atender aos anseios dos que almejam por respostas. De qualquer modo, a meu ver, não há dúvidas de que Rivail foi mais coerente que Chico: este se deixou levar por múltiplas fantasias e, mesmo sendo dotado de grande criatividade, não conseguiu se desenredar de sua fértil imaginação, ao contrário, deu-lhe todas as asas que pôde.

    Saudações.

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  27. Este comentário foi removido pelo autor.

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  28. Este artigo foi alentador. Não sou espírita. Eu comecei a ler os escritos de Kardec há alguns anos e fiquei impressionado com a forma como os temas eram abordados. No entanto, quando comecei a conhecer os livros de Chico Xavier, a coisa começou a ficar discordante: eles não me pareciam verossímeis!, principalmente as partes que descreviam as regiões umbralinas. Realmente, para um leigo, o misticismo existente em tais obras não combinam com o espírito (não resisti ao trocadilho) "quase científico" que se encontra nas obras de Kardec. Confesso que isso me atrapalhou em continuar a me aprofundar na doutrina espírita... Muito pertinente o seu texto! É bom saber que existem outras interpretações possíveis das obras de André Luis.

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  29. Como desacreditar de CHICO XAVIER, DIVALDO, BEZERRA DE MENEZES, CAÍRBAR SCHUTE, EURÍPIDES BARSANULFO, MEIMEI, SHEILA, ANÁLIA FRANCO, tantos relatos fortíssimos destes desencarnados, do próprio Chico? Por que não crer que quando ALLAN KARDEC concluiu o livro dos espíritos e o livro dos médiuns, foi para aquela época o que precisava ser esclarecido. Por que não raciocinar que toso estes espíritos acima estavam nas esferas do invisível aprendendo , aguardando e aperfeiçoando seus conhecimentos para reencarnar e dar continuidade ao ensinamento tão libertador como é a Doutrina Espírita de Allan Kardec ? Como Médium que sou, e todas as experiências em desdobramento onde muito antes de ler sobre espiritismo, tomei conhecimento e até relutei por não crer naquilo, preferia pensar que eram sonhos ou pesadelos. Mas eu não dominava estas coisas, e depois de uma experiência linda, onde fui levada ah um tipo de convento, ou lar de órfãos, conheci minha neta que iria nascer de minha filha. Filha esta que quando eu engravidei em fevereiro de 1971, eu já sabia que seria uma menina, que ia nascer no dia 15/11/1971 as 07:00 horas da manhã e pasmem, ela ate escolheu o nome, queria se chamar Alessandra. é Alessandra que é mãe de Beatriz, que quando a visitei no plano espiritual me trouxe no aventalzinho , biscoitos. Todas as minhas outras experiências fora do corpo, e viagens astrais não me deixam duvidas que o outro lado existe bonito e feio também, com lugares pavorosos. Por acaso alguém já leu o Livro de Enoque? Um apócrifo da Bíblia retirado do livro da Genesis que fala dos lugares e seres que André Luiz , Chico e muitos outros espíritos narram. Bom, parafraseando Shakespeare: há mais mistérios entre o céu e a terra do que sonha a nossa vã filosofia. Por que não haveria Kardec deixar para os que estavam para chegar, contar todo o desdobramento de sua obra? Seria simplesmente rasgar e jogar no esquecimento, renegar todos estes grandes homem e mulheres a uma mentira! Olha, falo agora como os católicos : uma heresia! Gostei da sua matéria, mas ela é um argumento muito serio e até perigoso para os novos adeptos. Prefiro crer que ALLAN KARDEC deixou para os vindouros a continuação e não conclusão de sua maravilhosa DOUTRINA.

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  30. Texto muito esclarecedor e solidamente fudamentado nas obras da codificação. Contudo, não podemos desconsiderar que a própria doutrina nos esclarece quanto a existência de mundos muito distintos na espiritualidade. São os mundos mais adiantados e os menos evoluídos, cada qual habitado por espíritos com grau de evolução compatível ao lugar em que se encontram. É claro que espíritos de evolução relativamente compatível podem ter experiências distintas de alegrias ou angústias habitando ambos um mesmo lugar no espaço. Todavia, espíritos que habitam mundos imperfeitos não se deslocam a mundos perfeitos quando querem. Somos seres do universo mas só atingimos os cumes que o nosso adiantamento moral e espiritual nos permitem alcançar.
    Volto a dizer, o texto é de muito valor, mas precisamos evitar o equívoco de acreditar que sendo seres do espaço podemos transitar livremente por ele na erraticidade.

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  31. Parabenizo a autora por este blog. Corajosa ao tratar de temas tão fundamentais e que nos fazem pensar a "doutrina" hoje.

    As obras de Kardec são, por ele considerado, estudos científicos. Não é uma nova bíblia sagrada. A minha impressão de Kardec foi muito clara. Estudar e estudar, ir além das suas obras, sem no entanto me distanciar dos princípios "MORAIS".

    Se existem ou não cidades no mundo astral - não atrapalha o processo de reencarnação, pois o objetivo de permanecer em uma cidade "fantasma" deve ser outro, diferente do nosso. Aliás, se existe uma cidade como "Nosso Lar" - seria maravilhoso. Poder me dedicar ao estudo espírita, a conhecer as propriedades do Universo, sem DEPENDER EXCLUSIVAMENTE DAS CIDADES HUAMANAS, de seguir os encarnados pra lá e pra cá, na sua loucura. As sociedades na Terra não nos servem de exemplo do outro lado. Por esse motivo, discordo da autora de forma educada. Nas cidades como o "Nosso Lar", não é possível aprender o necessário. É como nossos irmãos budistas que se tornam monges (já fui um em outra vida), se afastam do aparente "Caos" das sociedades para clarear e disciplinar a mente, mas no fundo, é nesse aparente caos que o espírito se desenvolve (mundo de expiações).

    Sou projetor astral (estudo projeção da consciência) a alguns anos e desde novo cresci em centros espíritas. A realidade que encontro do outro lado é bem próxima ao que pude encontrar nas obras de André Luiz. Mas já conhecia o Umbral bem antes, de projeção. Desenvolvo um trabalho pelo tipo de energia que disponho, e sou utilizado por espíritos mais evoluídos que não possuem essa energia grosseira para socorrer diretamente irmão no umbral.

    Respire Kardec, estude Kardec, viva Kardec. É preferível rejeitar cem verdades a aceitar uma mentira. A autora está fazendo isso perfeitamente. Por esse motivo, continuarei a acompanhar este proveitoso blog em meus estudos.


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  32. 402 Como avaliar a liberdade do Espírito durante o sono?
    O sono liberta, em parte, a alma do corpo. Quando dormimos, estamos
    momentaneamente no estado em que o homem se encontra após a
    morte.
    Os Espíritos que logo se desligam da matéria, quando desencarnam,
    têm um sono consciente.
    Durante o sono, reúnem-se à sociedade de outros seres superiores e com eles viajam, conversam e se instruem;
    trabalham até mesmo em obras que depois encontram prontas, quando,
    pelo desencarne, retornam ao mundo espiritual.
    Obras prontas?
    Sociedades Espirituais?
    Livro dos Espíritos

    O sono é a porta que Deus lhes abriu para entrarem em contato com seus amigos do céu; é o recreio após o trabalho, enquanto esperam a grande libertação, a libertação final que deve devolvê-los a seu verdadeiro meio.








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  33. Allan Kardec explica em suas obras e artigos, que o perispirito não possuem órgãos e que os espiritos não possuem a necessidade de alimentação, os espiritos inferiores ainda apegados a materia tem a ILUSÃO dessas necessidades e não a real necessidade, vejamos essas observações de Kardec.

    Revista Espirita ANO 2 - ABRIL 1859 - Nº. 4

    O envoltório semi-material do Espírito constitui uma espécie de corpo de forma definida, limitada e análoga à nossa; MAS ESSE CORPO NÃO TEM NOSSOS ÓRGÃOS E NÃO PODE SENTIR TODAS AS NOSSAS IMPRESSÕES.
    Percebe, entretanto, tudo o que nós percebemos: a luz, os sons, os odores, etc.; e essas sensações, por não terem nada de material, não são menos reais; têm mesmo alguma coisa de mais clara, de mais precisa, de mais sutil, porque chegam ao Espírito sem intermediário, sem passarem pela fieira dos órgãos que as enfraquecem. A faculdade de perceber é inerente ao Espírito: é um atributo de todo o seu ser; as sensações chegam-lhe de toda parte e não por canais circunscritos. Um deles nos disse, falando da visão: \"É uma faculdade do Espírito e não do corpo; vedes pelos olhos, mas em vós não é o olho que vê, é o Espírito.\"

    Há sensações que têm sua fonte no próprio estado de nossos órgãos; ora, as necessidades inerentes ao nosso corpo não podem ocorrer do momento que nosso corpo não existe mais.
    O ESPÍRITO NÃO SENTE, POIS, NEM A FADIGA, NEM A NECESSIDADE DE REPOUSO, NEM A DE ALIMENTAÇÃO, PORQUE NÃO TEM NENHUMA PERDA A REPARAR; NÃO É AFLIGIDO POR NENHUMA DE NOSSAS ENFERMIDADES.

    As necessidades do corpo ocasionam as necessidades sociais, que não existem mais para os Espíritos: assim, para eles, os cuidados dos negócios, os tormentos, as mil tribulações do mundo, as aflições que se dão para se proporcionar as necessidades ou as superfluidades da vida não existem mais; têm piedade do trabalho que nos damos por vãs futilidades; e, todavia, tanto os Espíritos elevados são felizes, quanto os Espíritos inferiores sofrem, mas esses sofrimentos são de preferência angústias, que por nada terem de físicas não são menos pungentes; eles têm todas as paixões, todos os desejos que tinham em sua vida (falamos dos Espíritos inferiores), e seu castigo é não poder satisfazê-los; para eles, é uma verdadeira tortura, que crêem perpétua, porque sua própria inferioridade não lhes permite ver o fim, e lhes é, ainda, um castigo.

    Allan Kardec

    Vejamos que O Mestre Kardec explica que os espiritos desencarnados não tem necessidade da alimentação, mostrando que Andre Luiz cometeu um erro ao afirmar que os espiritos comem e bebem na erraticidade.
    Se comem e bebem eles tem que urinar e evacuar???
    Os espiritos desencarnados podem urinar e evacuar????
    Vejamos as conseqüências erradas das colocações de Andre Luiz.

    Wilson Moreno

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  34. Os espiritos comem e bebem???

    Vejamos essa questão.
    Se os espiritos desencarnados podem comer e beber eles tem que mais tarde evacuar e urinar, perguntamos, os espiritos desencarnados podem evacuar e urinar???
    Se eles comem e bebem como afirma Andre Luiz eles tem que depois eliminar esses alimentos.

    Passemos agora à análise do item III, de o LE, que trata das Percepções, Sensações e Sofrimentos dos Espíritos. Kardec lança o seguinte questionamento na pergunta 253: - Os Espíritos experimentam as nossas necessidades e os nossos sofrimentos físicos? Resposta: - Eles o conhecem, porque os sofreram, mas não os experimentam como vós, porque são Espíritos. (grifei)

    Pergunta 254: Os Espíritos sentem fadiga e necessidade de repouso?

    Resposta: NÃO PODEM SENTIR A FADIGA COMO A ENTENDEIS, E PORTANTO NÃO NECESSITAM DO REPOUSO CORPORAL, POIS NÃO POSSUEM ÓRGÃOS EM QUE AS FORÇAS TENHAM DE SER RESTAURADAS. Mas o Espírito repousa, no sentido de não permanecer numa atividade constante. Ele não age de maneira material, porque a sua ação é toda intelectual e o seu repouso é todo moral. Há momentos em que o seu pensamento diminui de atividade e não se dirige a um objetivo determinado; este é um verdadeiro repouso, mas não se pode compará-lo ao do corpo. A espécie de fadiga que os Espíritos podem provar está na razão da sua inferioridade, pois quanto mais se elevam, de menos repouso necessitam.

    Pergunta 255: Quando um Espírito diz que sofre, de que natureza é o seu sofrimento?

    Resposta: - ANGÚSTIAS MORAIS, QUE O TORTURAM MAIS DOLOROSAMENTE QUE OS SOFRIMENTOS FÍSICOS.



    Vou realçar essa observação.
    NÃO PODEM SENTIR A FADIGA COMO A ENTENDEIS, E PORTANTO NÃO NECESSITAM DO REPOUSO CORPORAL, POIS NÃO POSSUEM ÓRGÃOS EM QUE AS FORÇAS TENHAM DE SER RESTAURADAS.
    Os espiritos desencarnados não possuem órgãos, portanto, eles não possuem necessidades matérias.
    Mais os espiritos inferiores possuem um perispirito ainda denso, grosseiro e eles estão ainda apegados a matéria, eles pensam que sentem ainda as necessidades matérias, eles possuem a ILUSÃO dessas necessidades e não a real necessidade.
    Por que, os espiritos desencarnados não possuem mais o corpo carnal, portanto, eles não podem mais sentir necessidades matérias.
    As necessidades matérias são do CORPO FISICO e não do espírito.
    Perguntamos, os espiritos desencarnados possuem corpos físicos????
    Portanto, os espiritos inferiores tem a ILUSÃO das necessidades matérias a ILUSÃO.

    Se os espiritos desencarnados pudessem comer e beber, eles tem que mais tarde EVACUAR E URINAR.
    Os espiritos desencarnados podem evacuar fezes e urinar?????
    Qual sua resposta????


    Diante do exposto constatamos que:
    1º) As necessidades físicas de que se queixam os Espíritos são apenas “impressões”;


    2º) Os Espíritos não precisam de repouso, nem obviamente de alimento, posto que não possuem órgãos em que as forças tenham de ser restauradas, nem muito menos aparelho digestivo, sistema circulatório, nervoso ou genésico;


    3º) O sofrimento do Espírito é totalmente moral, e não físico.

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  35. Todas as elucidações estão corretas !!! Sim, não há o que discutir sobre o que existe ou não, visto que até no mundo real vivemos em uma ilusão criada por nossa mente, o que VC acha que é um computador, não passa de energia. E essa mesma ILUSÃO configura outros planos espirituais.

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    1. Quer dizer que quando digito ao computador as palavras que ora lê, em verdade, nada estou digitando, pois o teclado e as palavras são ilusão. A seguir por esse raciocínio, eu mesmo sou uma ilusão, vez que também constituído de "energia"...

      Mas, por outro lado, não será que a energia se condensa em átomos e estes se agregam uns aos outros formando moléculas e estas vão se juntando a outras e dando forma a estruturas mais complexas (e maiores)? O teclado é um agregado de átomos, o computador também, eu igualmente, entretanto todos somos diferentes, considerando que as combinações são infinitas e produzem formas múltiplas.

      Se tudo é ilusão, as palavras que proferiu também são e as minhas igualmente, qur dizer: esta conversa nunca aconteceu...

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    2. Quase isso ... o segundo parágrafo eu compartilho da mesma idéia... “O que é?” o questionamento sobre a realidade essencial e profunda de uma coisa para além das aparências e contra as aparências. Com essa pergunta, Sócrates levava os atenienses a descobrir a diferença entre parecer e ser, entre mera crença ou opinião e verdade. O verdadeiro conhecimento vem de dentro, portanto concluo que o que é real para você, se eu assim quiser não será para mim. Nós temos o poder de escolher o que fará parte do nosso mundo real. Filosofia Aristotelica e Agostiniana. Pense o que é? Para vc pode ser para mim não, o que existe então?

      Só sei que nada sei (Sócrates)

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  36. Como iniciante na Doutrina Espirita o texto me foi muito esclarecedor. Sempre me intrigou o ambiente espiritual citado na obra NOSSO LAR, pela materialidade que o autor apresenta como lençóis brancos, água, muralhas, construções, elementos que nunca encontrei em nenhuma obra de Alan Kardec, ou outras doutrinas reencarnacionistas como o Budismo.

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  37. É acreditar na codificação, que são reveladas pelos Espiritos Superiores, ou acreditar em Andre Luiz, que fala sobre regiões umbralinas. O problema todo está na nossa empolgação quando mergulhamos nas obras ditas como doutrinárias, e esquecemos das fundamentais, que são a base do Espiritismo, ditadas pelos superiores. Uma vez eu questionei na casa em que frequento, sobre o porquê Andre Luiz evoluir sem a necessidade da reencarnação, aí a coisa começou a desandar...

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    1. Exatamente o meu questionamento; o porque da evolução de Andre Luiz sem ter passado pela reencarnação, depois de passar um bom tempo em estado de pertubação. Criaram um santo, é o que parece.

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    2. A grande verdade é que essas obras não passaram pelo investigação devida, como fazia Kardec na codificação, que era acompanhado por Espíritos Superiores e mesmo assim seguia o Controle Universal do Ensino dos Espiritos, usando vários médiuns na confrontações até chegar a uma conclusão. "No mundo invisível, como na terra, não faltam escritores, mas os bons são raros e são incapazes de produzirem um trabalho de conjunto completo, possível de suportar um exame", Kardec é quem diz .

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  38. Concordo plenamente. Precisamos estudar mais KARDEC e, ficarmos atentos com as idéias que tentam nos incutir.

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  39. Acho o livro Nosso Lar excelente...varios outros livros relatam lugares como este, onde ficamos um determinado tempo para nos refazermos e voltarmos a carne. O fato de haver semelhancas entre as casas transitorias e a vida na Terra, nao quer dizer que o espirito nao possa evoluir. O livro Nosso Lar e fonte de luz assim com as obras de Kardec, elas se interligam. Nao podemos deixar de observar que ha espiritos mais evoluidos e menos evoluidos, entao uns ainda necessitam de alimentar, descansar, outros nao... Se ha na Terra lugares de beleza sureal por que nao haveria em outros mundos? E porque nao seriamos dignos de um lugar organizado e familiar se estamos dispostos a trabalhar para nosso aprimoramento moral?

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    1. Muitos apreciam Nosso Lar, e apreciam o estilo meloso com que Chico Xavier se expressava. Mas, o estilo não garante a veridicidade do que se profere. Os elementos fantasiosos na produção do médium de Uberaba saltam aos olhos.
      Há quem pense que Chico veio complementar a doutrina de Kardec, porém, a realidade é que ele modificou drasticamente o pensamento do codificador. Rivail jamais postulou algo parecido com as cidades aladas de Chico, tampouco o umbral passou nas cogitações do patriarca.
      Os marcianos de Kardec eram brutos, quase feras irracionais, os marcianos de Chico eram superinteligentes (e ambos estavam errados).
      Chico tinha um ótimo coração, queria consolar todos os que sofriam, o que é um almejo dos mais nobres. E para dar cabo dessa missão fez o melhor que pôde, mas nada do que postulou pode ser considerado legítima manifestação dos mortos.
      Alias, falando em mortos comunicando, já notaram que nenhum espírito é capaz de dar provas de estar presente nos ambientes onde dizem se manifestam? Por exemplo, num teste devidamente controlado, se se põe um livro num quarto lacrado e pede ao espírito que vá até lá e diga o título da obra, nenhum morto, por mais evoluído que se diga consegue fazer isso.

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  40. Boa tarde, repito a obra nosso lar e outras ficções psicografadas por Chico,são contos e romances. Os fundamentos são claros e exatos,só não vê quem não quer,e viver no mistico no faz de conta. Estes espiritos André Luiz, Emanuel, eram pseudo sábios,e chico que tinha uma mediunidade importante era usado para tal,Chico foi fascinado. Interessante que quando ele escreveu a ficção nosso lar, ele achou estranho, e não queria mais escrever. Então ele foi levado ao "nosso lar",e ai ele acreditou,pasmém!!! E tem muitas obras dele e outras estrelas do movimento espirita,que não tem o minimo de credibilidade. Agora respondendo o colega acima, eu acho que ele não estudou,o LE e o LM, que explicam porque tal fato e muito raro. Sabe colega oculto,muito dos fundamentos de Kardec foram alterados,interpolados,por questões religiosa e interesses financeiros. Hoje nas casas espiritas só pregam religião,quase católica,e não a ciência e filosofia.O médium de efeitos físicos que o caso que o senhor oculto descreveu,e raro, e pouco estudado pelo ME.Ficaria aqui horas escrevendo falando sobre tal assunto desde seu início na França a té chegar ao Brasil. e aqui neste pais e que o Kardec foi alterado. Não são marcianos, caro colega oculto e sim milhares de espiritos e o da Verdade,que segundo Kardec poderia ser Jesus. O de Chico somente uns 4 ou 5 pseudos sábios. Ai está a diferença.

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  41. 3) Logo após, a autora faz uma pergunta: "Prá que reencarnar, se o Espírito já vive todas as possibilidades oriundas da vida em sociedade, considerada por Kardec, como a “pedra de toque” para a evolução humana?!"
    R: A autora confunde a vida na erraticidade com a vida no corpo físico, que obviamente são conceitos distintos entre si. A reencarnação é necessária para que o melhoramento almejado pelo espírito seja provado e obtido meritoriamente, o que não é possível na erraticidade. As questões a seguir de 'O Livro dos Espíritos' não deixam dúvidas quanto a isso: "166. Como pode a alma, que não alcançou a perfeição durante a vida corpórea, acabar de depurar-se? -Sofrendo a prova de uma nova existência.”; "166-a. Como realiza essa nova existência? Será pela sua transformação como Espírito? -Depurando-se, a alma indubitavelmente experimenta uma transformação, mas para isso necessária lhe é a prova da vida corporal."; "330-a. Então, a reencarnação é uma necessidade da vida espírita, como a morte o é da vida corporal? -Certamente; assim é.".

    4) A autora prossegue na sua análise amparando-se nas questões 234 e 236 de 'O Livro dos Espíritos', acerca dos mundos transitórios, e, a partir daí, conclui: "1º) há possibilidade dos Espíritos errantes se acomodarem em “Mundos Transitórios”; 2º) tais mundos são de superfícies estéreis, ou seja, sem prédios, bosques, fontes etc.; 3º) o Espírito não precisa de nada disso na erraticidade."
    R: Novamente a autora interpreta equivocadamente as respostas das questões, desta vez comparando mundos transitórios com colônias espirituais, quando na realidade Kardec se referiu a estes mundos como sendo orbes físicos (planetas). Os dois últimos itens da questão 236, não mencionados pela autora, retiram qualquer dúvida sobre a definição de mundos transitórios entendida por Kardec: "236-d. Sendo transitório o estado desses mundos, a Terra terá um dia de estar entre eles? -Já esteve."; "236-e. Em que época? -Durante a sua formação.". Ou seja, nosso próprio planeta já foi um mundo transitório durante seu período de formação, portanto fica evidente que tanto Kardec como os Espíritos entendiam estes mundos como orbes, e não colônias espirituais, explicando assim a esterilidade existente na superfície destes planetas. Não há qualquer cabimento em se assumir que as características estéreis destes orbes de transição impliquem na inexistência de colônias espirituais como Nosso Lar!

    continua...

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  42. 5) As questões 253, 254 e 255 de 'O Livro dos Espíritos', que tratam das percepções, sensações e sofrimentos dos espíritos, são utilizadas pela autora como pretexto para expor as seguintes constatações: "1º) As necessidades físicas de que se queixam os Espíritos são apenas "impressões"; 2º) Os Espíritos não precisam de repouso, nem obviamente de alimento, posto que não possuem órgãos em que as forças tenham de ser restauradas, nem muito menos aparelho digestivo, sistema circulatório, nervoso ou genésico; 3º) O sofrimento do Espírito é totalmente moral,e não físico."
    R: Não é razoável supor que o espírito desencarnado perca subitamente todos os hábitos que conservou por décadas em sua existência corporal, deixando de ser suscetível às mais variadas necessidades físicas e psicológicas em um curto espaço de tempo. Na parte final da resposta da questão 254, os Espíritos asseveraram: "A espécie de fadiga que os Espíritos podem provar está na razão da sua inferioridade, pois quanto mais se elevam, de menos repouso necessitam.". Ou seja, esta resposta sinaliza que espíritos ainda inferiores podem sentir fadiga e necessitar de repouso, logo, por extensão lógica de raciocínio, não é absurdo deduzirmos que durante este período também possam ter a necessidade, ainda que psicológica, de ingerir alimentos como os descritos em Nosso Lar, uma vez que os habitantes da colônia ainda precisavam percorrer longa estrada evolutiva. Kardec também ressalta que a constituição ainda grosseira do perispírito potencializa a influência material: "Sabemos que, quanto mais o Espírito se purifica, mais eterizada se torna a essência do períspirito, de maneira que a influência material diminui à medida que o Espírito progride, ou seja, à medida que o períspirito se torna menos grosseiro." (257. Ensaio Teórico Sobre A Sensação Nos Espíritos). Já a autora prefere negar a lógica e a sensatez expressadas pelo Codificador, tomando como absolutas as respostas das questões que selecionou, indistintamente para todos os níveis evolutivos de espíritos.

    continua...

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  43. 6) Para reforçar suas alegações, a autora apresenta duas citações da Revista Espírita de março de 1865, p. 99 e p. 100, de modo a "asseverar da inexistência de lugares determinados no plano espiritual, destinadosà purgação de penas, como o ‘umbral‘, ou lugares semelhantes às cidades materiais terrenas, com belezas naturais e construções, para abrigar Espíritos errantes aos moldes de Nosso Lar."
    R: Mais uma vez a autora distorce o significado das mensagens de Kardec para embasar sua tese, enquanto que a Codificação é enfática ao afirmar que existem regiões em que os espíritos se agrupam, inclusive comparando a constituição do planeta Terra como sendo apenas um "pálido reflexo" do que há nestas regiões, além de mencionar o termo "famílias", o que sugere a existência de relações de convívio comum entre esses espíritos, como podemos verificar nas questões a seguir de 'O Livro dos Espíritos': "278. Os Espíritos das diferentes ordens se acham misturados uns com os outros? -Sim e não. Quer dizer: eles se vêem, mas se distinguem uns dos outros. Evitam-se ou se aproximam, conforme à simpatia ou à antipatia que reciprocamente uns inspiram aos outros, tal qual sucede entre vós. Constituem um mundo do qual o vosso é pálido reflexo. Os da mesma categoria se reúnem por uma espécie de afinidade e formam grupos ou famílias, unidos pelos laços da simpatia e pelos fins a que visam: os bons, pelo desejo de fazerem o bem; os maus, pelo de fazerem o mal, pela vergonha de suas faltas e pela necessidade de se acharem entre os que se lhes assemelham."; "279. Todos os Espíritos têm reciprocamente acesso aos diferentes grupos ou sociedades que eles formam? -Os bons vão a toda parte e assim deve ser, para que possam influir sobre os maus. As regiões, porém, que os bons habitam estão interditadas aos Espíritos imperfeitos, a fim de que não as perturbem com suas paixões inferiores.". O comentário de Kardec a esta última questão é igualmente esclarecedor: "Tal uma grande cidade onde os homens de todas as classes e de todas as condições se vêem e encontram, sem se confundirem; onde as sociedades se formam pela analogia dos gostos; onde a virtude e o vício se acotovelam, sem trocarem palavra.". Como os espíritos de diferentes categorias se reúnem por afinidade, logo a existência de colônias espirituais e de regiões como o umbral é perfeitamente plausível e, portanto, não contraria os preceitos da Codificação. Na segunda citação utilizada pela autora, o trecho "Ainda que juntos, pode um estar em trevas, enquanto que tudo resplandece para o outro..." bem que poderia ser utilizado para descrever a passagem em que o ministro Clarêncio se desloca ao umbral em missão de resgate, não é mesmo?

    continua...

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  44. 7) Por fim, a autora afirma que "o repouso do Espírito é totalmente mental".
    R: Para os espíritos que atingiram certo grau de evolução, sim. Já os menos adiantados e com perispíritos mais grosseiros, podem perfeitamente apresentar algumas impressões físicas mais ou menos acentuadas e outras necessidades tipicamente corporais, sem que isso implique em qualquer prejuízo aos pilares doutrinários que sustentam a Codificação. Recomendamos a leitura completa do item 257 - Ensaio Teórico Sobre A Sensação Nos Espíritos - de 'O Livro dos Espíritos'.

    Conclusão:
    O conteúdo das obras de André Luiz não contraria nenhum ponto fundamental da Doutrina Espírita, mas sim complementa e detalha aspectos da vida espiritual, entre outros, não mencionados ou que foram apenas introduzidos na Codificação. Devemos lembrar que Kardec recebeu as respostas de espíritos já elevados moralmente, que relataram em linhas gerais as condições da erraticidade, porém não pormenorizaram as relações comuns aos seres no plano espiritual, especialmente daqueles menos adiantados. Esta medida provavelmente teve por objetivo não desviar a atenção das pessoas para estes detalhes, pois poderia prejudicar a assimilação das bases doutrinárias mais importantes, então nascentes à época de Kardec. Com isso a divulgação de tais assuntos foi postergada para um período mais propício.
    Além disso, as páginas das obras de André Luiz estão permeadas de ensinamentos morais de elevada expressão, e uma prova disso é que jamais o autor espiritual recorreu à descrição de quadros negativos sem fornecer ao leitor uma instrução amorosa, consoladora e edificante. Os frutos atestam a boa qualidade da árvore.

    continua...

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    1. Os teóricos apressados têm errado muito na formulação de suas teorias. Afinal os pseudos sábios estão por toda parte.

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  45. Precisamos nos conscientizar que a Doutrina dos Espíritos é progressiva por natureza, e não fundamentalista a ponto de considerar verdadeiras e confiáveis apenas as comunicações que estejam exatamente dentro do mesmo espectro de conhecimentos daquelas reveladas há mais de 150 anos!
    Kardec nunca teve a pretensão de encerrar todos os preceitos da Doutrina Espírita nas obras da Codificação, pelo contrário, afirmou que: "Caminhando de par com o progresso, o Espiritismo jamais será ultrapassado, porque, se novas descobertas lhe demonstrassem estar em erro acerca de um ponto qualquer, ele se modificaria nesse ponto." Ainda que, no caso em tela, sequer houve erro a ser reparado, apenas uma fundamentação equivocada e distorcida.
    Obviamente que tal caráter progressista não significa abdicar da razão, da lógica e do bom senso, e passar a admitir como espíritas obras nitidamente mistificadoras e nocivas à unidade do movimento espírita e ao legado de Kardec. Independente de quem seja o autor ou o médium, nenhuma obra está imune à análise e ao crivo da razão, entretanto, como bem ponderou nosso irmão Passini, as "pílulas" verdadeiramente mistificadoras e cismáticas muitas vezes são engolidas sem resistência ou crítica. Um exemplo notório é "Os Quatro Evangelhos" de Roustaing, obra esta que lamentavelmente receberá nova edição pela FEB por ocasião de seu sesquicentenário, em junho deste ano, ainda que pese ser praticamente desconhecida pela maioria dos espíritas.

    Enquanto isso, infelizmente, os principais alvos dos detratores de plantão continuam a ser os mais eminentes vultos da divulgação espírita, na tentativa de arranharem suas reputações, nem que para tanto tenham que se apoiar em interpretações tendenciosas e superficiais das obras de Kardec.

    Willy Gilgen Neto (willygneto@gmail.com)

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  46. Renan Diniz de Mattos21 de maio de 2016 11:42

    Artigo sensacional e muito esclarecedor. Foi a melhor abordagem que eu já li sobre essas deturpações que a doutrina espírita vem sofrendo. E é lamentável, diga-se de passagem, como esse pseudo-espiritismo espiritólico divulgado pela FEB está tomando conta do movimento espírita brasileiro

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  47. então não li tudo mas gostaria de perguntar o por que vemos no nosso lar espíritos apanhando de chicote se isso jamais deveria acontecer por que assim parece um inferno católico, por que os seres que estão ali estão apanhando?
    e outra pergunta que me vem a mente é que função tem os órgãos sexuais no mundo espiritual.

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  48. Meus irmãos espíritas,

    Vejo alguns somente analisando a obra sob aspecto cientifico, outros filosofando e pouquíssimos olham a obra na importância do seu aspecto moral. Excelentes obras para estudar e meditar sobre aspectos éticos e morais que praticamos em nossas vidas! Ou seja o aspecto religioso da doutrina. E que antigamente e como atualmente se mostra pouco avançado em nosso planetinha azul. Os dezesseis livros nos forçam a ter um olhar ético e moral sobre nosso comportamento com o nosso próximo. NÃO PERCAM O FOCO DA IMPORTÂNCIA DO ESPIRITISMO! Não fiquem discutindo o sexo dos anjos. Principalmente para os iniciantes.E nem tão pouco desvalorizando um trabalho mediúnico exemplar do médium Chico Xavier. Por isso Kardec fincou a estaca da moral de Jesus na doutrina espírita para não nos perdermos. Olhe o norte da bússola. "Fora da Caridade não há salvação" Espírito da verdade.

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    1. Obras de cunho moral são comuns na maioria das religiões, que as atribuem à inspiração, ou mesmo comunicação direta, da transcendentalidade. Neste quesito o espiritismo alinha-se com as demais propostas religiosas.
      .
      O problema é que não se sabe se a espiritualidade efetivamente comunica com os vivos. Para quem acredita incondicionalmente que tal acontece tudo bem, nenhuma discussão é possível e respeita-se a fé de cada um. Mas para quem procura evidência robusta dessa alegada comunicação não basta que alguns creiam nisso. Não é suficiente alegar-se que Chico fora criatura selecionada pelos espíritos para prolatar-lhes mensagens mil.
      .
      O que os adeptos da comunicação espiritual têm de concreto é a existência de indivíduos que se dizem habilitados a acessar o mundo dos mortos e deles receber notícias e informações.
      .
      Para saber se realmente espíritos comunicam seriam necessários testes específicos que comprovassem a presença de almas de mortos junto aos vivos. Tais verificações, contudo, são evitadas pelos que acreditam. Por exemplo, se o médium garante receber recados de desencarnados, esses desencarnados podem ler trecho de livro aberto em local afastado da vista do medianeiro e informar-lhe o conteúdo. Verificando-se que a informação foi correta, ponto para a comunicação. Com demonstrações desse tipo ficaria fácil atestar que seguramente há espíritos atuando.
      .
      A questão difícil de responder é esta: por que nem vivos que acreditam, nem mortos que supostamente comunicam, conseguem demonstrar, objetivamente, que esses entes invisíveis estão atuando?

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  49. Concordo, em parte, amigo. "Fora da caridade não há salvação". Porém teremos maior facilidade, ao chegarmos no mundo espiritual, se estudarmos qual a real condição do espírito ao desencarnar. Sem o corpo físico, não precisamos de nada que ser refira a ele. Abs!

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  50. Bom dia! Compreendo sua ideia sobre o assunto. Sou espirita e também não tive até agora uma comunicação direta com espíritos. Além do fator "fé", existe também muita informação que nos chega através dos meios, diversos, de comunicação. Deixando as informações que nos chega daqui do Brasil; de forma curiosa e para provar a um amigo que me questionava sobre esta possibilidade, fiz uma busca na internet e achei um documentário sobre "William Crookes", que comprovou a existência espiritual. Acho interessante você dar uma olhada nestes escritos também. Abs!

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  51. Boa tarde! Ontem,estamos discutindo com um integrante de uma emissora de radio ligado ao movimento espirita e a FEB,sobre as obras de de Kardec.E um absurdo ouvir de uma pessoa,como ele que tem um programa de radio que divulga o "espiritismo,dizer que as obras de chico são complementos dos fundamentos da Doutrina Espirita e defende o Routanguismo. Sabe e por essas e outras que DE já não mais existe no Brasil,existe sim, o místico,o"fabuloso,e a beatificação de Chico, e outros Pop star da poderosa FEB.Hoje na frança não mais existe a DE,ela foi extinta graças aos misticos, da época que tomaram para sim a DE,após a morte de Kardec. Parabés pela aula muito bem explicado e dito. Agora cada um tome a sua direção,abram a mente,será muito bom para a paciente de UTI.Doutrina Espirita.

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  52. OS ANIMAIS NO MUNDO ESPIRITUAL.

    André Luiz narra no livro Nosso Lar que existem animais no plano espiritual exercendo atividades e Kardec explica em seus livros que isso não existe, vejamos mais uma mistificação de Andre Luiz.

    O Livro dos Médiuns cap Capítulo XXV

    283. Evocação de animais.

    36. Pode-se evocar o Espírito de um animal?

    — O princípio inteligente que animava o animal fica em estado latente após a morte. Os Espíritos encarregados desse trabalho imediatamente o utilizam para animar outros seres, através dos quais continuará o processo da sua elaboração. ASSIM, NO MUNDO DOS ESPÍRITOS NÃO HÁ ESPÍRITOS ERRANTES DE ANIMAIS, MAS SOMENTE ESPÍRITOS HUMANOS. ISTO RESPONDE A VOSSA PERGUNTA.
    37. Como se explica então que certas pessoas tenham evocado animais e recebido respostas?

    — Evoque um rochedo e ele responderá. Há sempre uma multidão de Espíritos prontos a falar sobre tudo.

    Andre Luiz mistificou falando que existe animais vagando no mundo espiritual, Kardec explica isso não existe. ASSIM, NO MUNDO DOS ESPÍRITOS NÃO HÁ ESPÍRITOS ERRANTES DE ANIMAIS, MAS SOMENTE ESPÍRITOS HUMANOS. ISTO RESPONDE A VOSSA PERGUNTA.
    Nota de Herculano Pires

    Espíritos errantes são os que aguardam nova encarnação terrena (humana) mesmo que já estejam bastante elevados. São errantes porque estão na erraticidade, não se tendo ainda fixado em plano superior.

    OS ESPÍRITOS DE ANIMAIS, MESMO DOS ANIMAIS SUPERIORES, NÃO TÊM ESSA CONDIÇÃO.

    Ler na Revista Espírita, nº 7 de julho de 1860, as comunicações do Espírito de Charlet e a crítica de Kardec a respeito. Na edição Edicel, página 218 do volume terceiro, título \"Dos Animais\". (N. do T.)

    Como disse Herculano Pires OS ESPÍRITOS DE ANIMAIS, MESMO DOS ANIMAIS SUPERIORES, NÃO TÊM ESSA CONDIÇÃO.
    Não tem espiritos de animais na erraticidade, Andre Luiz mistificou nessa questão.


    O Livro dos Espirtos

    600. A alma do animal, sobrevivendo ao corpo fica num estado errante como a do homem após a morte?

    — Fica numa espécie de erraticidade, pois não está unida a um corpo. Mas não é um Espírito errante. O Espírito errante é um ser que pensa e age por sua livre vontade; o dos animais não tem a mesma faculdade. É a consciência de si mesmo que constitui o atributo principal do Espírito.

    O ESPÍRITO DO ANIMAL É CLASSIFICADO, APÓS A MORTE, PELOS ESPÍRITOS INCUMBIDOS DISSO E UTILIZADO QUASE IMEDIATAMENTE: NÃO DISPÕE DE TEMPO PARA SE PÔR EM RELAÇÃO COM OUTRAS CRIATURAS.

    Vemos claramente que não existem animais desencarnados vagando no mundo espiritual, como disse Kardec O ESPÍRITO DO ANIMAL É CLASSIFICADO, APÓS A MORTE, PELOS ESPÍRITOS INCUMBIDOS DISSO E UTILIZADO QUASE IMEDIATAMENTE: NÃO DISPÕE DE TEMPO PARA SE PÔR EM RELAÇÃO COM OUTRAS CRIATURAS.

    Wilson Moreno

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  53. Os espíritos podem comer e beber no mundo espiritual???
    Andre Luiz narra em suas obras que sim, que os espíritos podem tomar sopas e sucos de frutas podem comer e beber.
    Kardec já explica que isso não existe, que os espíritos inferiores como estão apegados as coisas materiais e terrenas eles criaram as ilusões das necessidades materiais em suas mentes.
    Eles pensam que sentem essas necessidades, mais são ilusões.
    Os espíritos não podem comer e beber no mundo espiritual.

    Vejamos esse texto de Kardec.


    Revista Espirita ANO 2 - ABRIL 1859 - Nº. 4 de Kardec

    Há sensações que têm sua fonte no próprio estado de nossos órgãos; ora, as necessidades inerentes ao nosso corpo não podem ocorrer do momento que nosso corpo não existe mais. O ESPÍRITO NÃO SENTE, POIS, NEM A FADIGA, NEM A NECESSIDADE DE REPOUSO, NEM A DE ALIMENTAÇÃO, PORQUE NÃO TEM NENHUMA PERDA A REPARAR; NÃO É AFLIGIDO POR NENHUMA DE NOSSAS ENFERMIDADES.

    As necessidades do corpo ocasionam as necessidades sociais, que não existem mais para os Espíritos: assim, para eles, os cuidados dos negócios, os tormentos, as mil tribulações do mundo, as aflições que se dão para se proporcionar as necessidades ou as superfluidades da vida não existem mais; têm piedade do trabalho que nos damos por vãs futilidades; e, todavia, tanto os Espíritos elevados são felizes, quanto os Espíritos inferiores sofrem, mas esses sofrimentos são de preferência angústias, que por nada terem de físicas não são menos pungentes; eles têm todas as paixões, todos os desejos que tinham em sua vida (falamos dos Espíritos inferiores), E SEU CASTIGO É NÃO PODER SATISFAZÊ-LOS; PARA ELES, É UMA VERDADEIRA TORTURA, que crêem perpétua, porque sua própria inferioridade não lhes permite ver o fim, e lhes é, ainda, um castigo.

    Revista Espirita ANO 2 - ABRIL 1859 - Nº. 4 de Kardec

    Como disse Kardec

    O ESPÍRITO NÃO SENTE, POIS, NEM A FADIGA, NEM A NECESSIDADE DE REPOUSO, NEM A DE ALIMENTAÇÃO, PORQUE NÃO TEM NENHUMA PERDA A REPARAR; NÃO É AFLIGIDO POR NENHUMA DE NOSSAS ENFERMIDADES.

    Vejamos essas questões.

    Andre Luiz narra em sua obra Nosso lar que os espiritos podem comer e beber e que podem tomar sucos de frutas e sopas.
    Perguntamos, da onde vem essas frutas para fazer esses sucos???
    Existem arvores dando frutas no mundo espiritual???
    É possível que exista no plano espiritual plantações de arvores frutíferas???
    Andre Luiz não explica essa questão.

    Ele fala também de sopas, perguntamos, da onde vem os legumes para fazer tal sopa???
    Existem plantações de legumes no plano espiritual???

    Se os espíritos podem comer e beber, eles tem que mais tarde eliminar essas substancias perguntamos, os espíritos desencarnados podem evacuar e urinar???

    Andre Luiz mistificou nessas informações que os espíritos podem comer e beber.


    Wilson Moreno

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  54. As obras de André Luiz complementares. André explica a epífise como a ciência da época nem concebia. E aí? Não tem a explicação nas obras básicas como a de André Luiz.
    Então, vejo que o texto serve até para chamar a atenção sobre a necessidade de conhecermos as obras básicas, mas respeitando as obras complementares.
    Um espíritas que não estuda André Luiz não se atualiza. E àqueles que se prendem apenas à a obras complementares, não compreenderão a codificação.
    Cá prá nós, muitas coisas a ciência explica hoje o que André Luiz antecipou anteriormente, em 1941, por exemplo.
    André falou em tecnologia de plasma....e ai? No pentateuco não fala disso, mas não invalida o que for complementar.
    Fui..

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  55. Serei breve: Sou sobrinho de Chico Xavier, segundo ele mesmo. Junto a esta, vieram mais duas informações: satisfazendo assim; o que fora combinado pouco antes de sua morte. As datas das reencarnações citadas no livro "Nosso Lar", coincidem com as datas de meu nascimento e a da minha esposa; sem falar noutras coincidências. LEIA A MINHA PÁGINA NO FACEBOOK. CONRADO CASSIMIRO DOS SANTOS.

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  56. Boa tarde!! Uma pergunta;por que se esconde atras do anonimato? Diga o seu nome. Eu não entendi a sua colocação no texto acima,poderia ser mais claro,senhor anônimo!!

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  57. Excelente o nível de comentários aqui exercidos. Ninguém rotulou ninguém de ortodoxo, fundamentalista e outros termos que é muito triste escutar entre espíritas dentro de uma doutrina tão libertária. Todos entendem o assunto sobre o próprio ponto de vista. Nós não estamos no cume da montanha para visualizar o todo! Então enxergamos em partes o assunto. Em muitos textos acima vejo a parte sendo transformada em verdade absoluta. Cuidado! Verdades absolutas em ciência se torna erro absoluto da noite para o dia! Tenho pesquisado na internet as comunicações que o médium Fernando Bem traz do além tumulo! Gosto da postura cuidadosa que ele trata o assunto da psicografia. Observei que tem espíritos que relatam colônias, hospitais e outros. Espíritos que relatam a necessidade da alimentação e outros não. Os que relatam colonias estão todos equivocados??? E somente nós estamos certos???
    Segundo relatos presumisse 4 a 5 x 7 bilhões o número dos espíritos desencarnados em torno da Terra. E se não existir uma organização é espírito errante demais e bagunça demais. Logo, "acredito" em verdadeiras favelas no plano espiritual e ao mesmo tempo locais bem organizados para essa galera toda ficar.
    Quando Jesus disse a muitas moradas na casa do meu pai. Tenham certeza que nem imaginamos quantas são possíveis. Muito obrigado por todas as reflexões aqui apresentadas. O importante é não querermos impor nossas verdades em um assunto tão complexo como este! Mas termos o direito de dize-las!

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  59. Um outro detalhe. Quando no livro dos espíritos usasse o termo espírito ele está relacionado na maioria do tempo a todos os espíritos do Universo. E temos que levar em conta que existem uma escala de necessidades conforme a evolução de cada espírito. Vamos olhar o efeito placebo dos remédios em nós. Ou melhor em um grupo de indivíduos. Nada existe naquele comprimido. Mais o efeito psicológico é tão poderoso que leva o individuo a se curar! Logo oferecer uma maça fluídica a um espírito que ainda acredite na necessidade do alimento ,por hora, pode ter um efeito benéfico!

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  60. E as psicografias atuais?
    Não são levadas em conta?
    Por que só se fala das informações passadas por espíritos citados nas obras antigas (da Codificação e de Chico Xavier)?
    Por que não observá-las, analisá-las e compará-las?
    Os comentaristas têm feito isso?
    Se sim, quais as conclusões?

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  61. Maria das Graças Cabral - Uma luz não foi feita para iluminar a si própria. A luz que está em nós é para iluminar os outros. Ser luz é viver para iluminar o próximo. Caso contrário, não teria sentido nenhum. Deixe sua luz brilhar independente do preço que precisa ser pago para isso. Obrigado pelo belo trabalho.

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  62. Tenho poucas perguntas a quem possa responder:além da psicografia de André Luiz, existe alguma outra obra psicografada que se refira exatamemte sobre o Nosso Lar?
    Se a obra ONosso Lar fosse psicografado por outro médium ela teria sido levada a sério?
    Chico Xavier é garantia da veracidade dos espiritos? Segundo o Livro dos Mediuns em um mundo de provas e expiaçoes não existem mediuns perfeitos e/ou não passiveis de serem subjugados ou fascinados pelos espiritos?

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    1. Desconheço outra obra sobre "nosso lar". Penso que houve um endeusamento com relação a Chico Xavier. ABS!

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    2. Existe alguma outra obra psicografada que se refira exatamemte sobre o Nosso Lar?

      Existe, se chama Cidade no Além

      Se a obra Nosso Lar fosse psicografado por outro médium ela teria sido levada a sério?
      Não sei lhe responder, mas revelações vinda por médiuns de conduta duvidosa não começam bem.

      Chico Xavier é garantia da veracidade dos espiritos?

      O único Espírito que conheço e que não possuía pensamentos fixados em suas próprias ações foi o Cristo

      Segundo o Livro dos Mediuns em um mundo de provas e expiaçoes não existem mediuns perfeitos e/ou não passiveis de serem subjugados ou fascinados pelos espiritos?

      Não existe médium perfeito na terra!Mas isto não significa que todos que falem ou escrevam algo que não queremos ouvir estejam fascinados. Espirito de sistema isto Kardec condenava!

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    3. Cidade no Além tanbem é de Andre Luiz, não satisfaz a minha pergunta. Eu gostaria de uma obra de algum outro espirito.

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  63. Na obra de Allan Kardec, publicada em 1865, O Céu e o Inferno, em sua segunda parte, cap. II - Espíritos felizes, temos reproduzidos trechos de comunicação, originalmente em alemão, de espírito que afirma ter sido uma condessa chamada Paula, que parecem sugerir a ideia de colônias espirituais:

    "Os vossos palácios de dourados salões, que são eles comparados a estas moradas aéreas, vastas regiões do espaço matizadas de cores que obumbrariam o arco-íris? Os vossos passeios, a contados passos nos parques, a que se reduzem, comparados aos percursos da imensidade, mais céleres que o raio?"

    Penso que esse assunto deva ser analisado com cuidado, já que tantos espíritos vem nos falar sobre as colônias espirituais.

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    1. você não respondeu as minhas perguntas. Me refiro unica e especificamemte ao seu Nosso Lar. Colonias, me parece que cada obra tem a sua particular.

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  64. Maria das graças,parabéns, excelente suas colocações.

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  65. Prezada Maria das Graças, parabéns pelo seu blog. Fiz um estudo bastante minucioso do assunto usando como base o critério da universalidade das informações obtidas por via mediúnica, adotado por Kardec. Publiquei como comentário no Kardec Online e o mesmo foi compartilhado no site spiritbook, cujo link posto aqui para aqueles que acharem que vale a pena uma leitura de 9 páginas a esse respeito. http://www.espiritbook.com.br/profiles/blogs/estudo-sobre-a-exist-ncia-de-cidades-espirituais-autor-elias-in

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  66. Como várias vezes foi dito pelos Espíritos superiores... O entendimento de regiões como céu e inferno, alto baixo,etc. É relativo dependendo da classe do Espírito que está fazendo a narrativa. Na revista Espirita 1859 trás a noção de sono na vida espiritual, em A Gênese vemos: "As contradições a tal respeito são oriundas da graduação de adiantamento dos Espíritos que se manifestam, sendo o erro menos deles que de quem os interroga sem se dar ao trabalho de aprofundar as questões". Portanto, a questão não é dizer que não existe as colônias é dizer que se os Espíritos INFERIORES querem construir lugares eles podem e ainda podem se reunir segundo a sua inferioridade...Podem narrar isto com a sua pobreza de pensamento e sentimento achando que bebem, comem e dormem de verdade. Ai vc lê novamente a afirmativa que coloquei que está em A Gênese e vê que a realidade espiritual será conforme o nosso grau de adiantamento! Mas taxar tudo de mentira não é a ciência que Kardec ensinou.

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  67. C A P Í T U L O V I I I Do laboratório do mundo invisível - 14ª Os objetos que, pela vontade do Espírito, se tornam tangíveis, poderiam permanecer com esse caráter e tornarem-se de uso? “Isso poderia dar-se, mas não se faz. Está fora das leis.” / 129. A teoria acima se pode resumir desta maneira: o Espírito atua sobre a matéria; da matéria cósmica universal tira os elementos de que necessite para formar, a seu bel-prazer, objetos que tenham a aparência dos diversos corpos existentes na Terra. Pode igualmente, pela ação da sua vontade, operar na matéria elementar uma transformação íntima, que lhe confira determinadas propriedades. Esta faculdade é inerente à natureza do Espírito, que muitas vezes a exerce de modo instintivo, quando necessário, sem disso se aperceber. Os objetos que o Espírito forma, têm existência temporária, subordinada à sua vontade, ou a uma necessidade que ele experimenta. Pode fazê-los e desfazê-los livremente. Em certos casos, esses objetos, aos olhos de pessoas vivas, podem apresentar todas as aparências da realidade, isto é, tornarem-se momentaneamente visíveis e até mesmo tangíveis. Há formação; porém, não criação, atento que do nada o Espírito nada pode tirar.
    C A P Í T U L O X X Da influência moral do médium - 230 -
    "...Melhor é repelir dez verdades do que admitir uma única falsidade, uma só teoria errônea."

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  68. Os objetos que, pela vontade do Espírito, se tornam tangíveis, poderiam permanecer com esse caráter e tornarem-se de uso? “Isso poderia dar-se, mas não se faz. Está fora das leis.”

    Realmente objetos que se tornam tangíveis (objetos que se pode tocar com o tato, objetos corpóreos) através do efeito físico não podem se tornar de uso pois as Leis naturais não permitem. Necessário para isso seria um ectoplasma infinito...Os objetos relatados pelos Espíritos, os que apenas os videntes observam, não são desta categoria, o que elimina, portanto, tal observação que não se enquadra aqui.

    "Os objetos que o Espírito forma, têm existência temporária, subordinada à sua vontade, ou a uma necessidade que ele experimenta"

    O Estado provisório dos fluidos, que forma o objeto, está subordinado a vontade do Espírito e a necessidade! Se há vontade e ele acredita que há necessidade de continuar o fenômeno ele consegue pois a capacidade de produzir tal fenômeno é inerente ao Espírito e seria no mínimo estranho um Espírito criar um objeto e ele simplesmente desaparecer, e ele ter que produzir um igual sempre. O fluido que produz a ilusão é alimentado pelo pensamento que exprime a vontade e a necessidade que o Espírito pensa ter. Sendo assim, não temos nada nesse texto que elimine a possibilidade de haver colônias espirituais.

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    1. "seria no mínimo estranho um Espírito criar um objeto e ele simplesmente desaparecer, e ele ter que produzir um igual sempre."
      E qual a necessidade dos espíritos destes objetos se não nos casos apresentados na codificaçao de se fazer reconhecer?
      Ectoplasma? Quais são as referências de suas afirmativas?

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    2. As referências sobre sociedades Além túmulo estão por muitos livros, em vários autores, em muitas épocas. Kardec não fechou as portas para tais fenômenos ele estudou a formação pela via individual e não coletiva, apenas isso!Mas nenhum texto dele pode ser usado para fechar as portas para a hipótese das colônias. No livro: As colônias espirituais e a codificação de Paulo Neto, ele explica muitos dos seus questionamentos. Vou colocar outras referências aqui...

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  69. CORREÇÃO:

    Retirar a parte - Necessário para isso seria um ectoplasma infinito...- para que o texto tenho coerência.

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  70. 227. De que modo se instruem os Espíritos errantes? Certo
    não o fazem do mesmo modo que nós outros?
    “Estudam e procuram meios de elevar-se. Vêem, ob-
    servam o que ocorre nos lugares aonde vão; ouvem os dis-
    cursos dos homens doutos e os conselhos dos Espíritos
    mais elevados e tudo isso lhes incute idéias que antes não
    tinham.” Há quem pense que existe "bibliotecas", para os estudos. Obras complementares não podem contradizer as OBRAS FUNDAMENTAIS.

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  71. Cite outra obra que não seja por meio de Andre Luiz que mencione o colonia Nosso Lar. Parece que só Anddre Luiz a conhece. É aí que falta o Controle Universal do Ensino dos Espiritos. De na na ciencia no mundo fisico tudontem que ser exaustivamente testado e comprovado, por que não será assim com as informações dos espiritos? Chico Xavier tb não é garantia de autenticidade, muito menos de veracidade. Qualquer medium é passivel de ser enganado. Por exemplo o espirito Emmanuel praticamente obrigou ao Chico com ameaças para ele o psicografar. Na codificaçao nos afirma que isto é contra a natureza de um espirito adiantado e nenhum espirito pode obrigar ao medium tal obrigaçao. É uma questão de livre arbitrio do medium.

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